Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

QUANDO EU PENSO

 

  

 NAS MINHA HORAS
Nas minhas horas de tristeza,
Faço apelo á natureza,
Que me faça companhia.
Que me dê essa leveza,
Que tanto amo e adoro,
Até mesmo quando choro,
Às vezes é de alegria.
 
Quase sempre me sai errado
O meu plano traçado,
Para poder ser mais feliz
Porque eu sou uma criança,
Que ainda alimenta a esperança,
De um dia vir a bonança,
E eu ser  mesmo feliz.
 
Logo de  bem pequenino,
E  mesmo não sendo menino,
Pensei  ser alguém um dia,
Basta que a vida me sorria.
E me dê a garantia,
Que todos temos direito a um  ninho.
 
 Um ninho de pétalas e plumas,
Qual pássaro abandonado,
Triste só e desgraçado,
Em águas mansas e espumas,
 
Que no mundo anda Perdido.
E no alto mar, Esquecido
À procura de encontrar,
O sonhado porto de abrigo.
 
Eu que queria estar contigo,
Partilhando Um grande amor.
Se tu estivesses comigo,
Vivendo um sonho dourado.
Por nós vivido e partilhado,
Desde o nascer ao sol por.
 
Do mundo sempre escondidos,
Para não sermos reprimidos,
Pelo nosso amor secreto,
E para ninguém falar,
 Continuaríamos a estar,
 Cada um sob o seu teto.
Autor, Eduardo Gonçalves. (fisga)
 
 
 

publicado por Fisga às 07:00
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14 comentários:
De casimirocosta a 31 de Julho de 2009 às 10:57
Ó amigo Eduardo, que maravilha acabo de ler parabens, está muito bonito.
Adorei
Um abraço amigo
Casimiro Costa


De eduardo a 31 de Julho de 2009 às 20:18
Olá amigo Casimiro. Obrigado pela visita, e também pelo elogio. Eu também gosto deste poema, mas eu sou suspeito. Abraço e tudo de bom Eduardo.


De Fisga a 31 de Julho de 2009 às 20:47
Olá amigo Casimiro. Obrigado pelo elogio, mas a verdade é que eu também gosto bastante, mas claro que eu não tenho voto, sou suspeito. Um bom fim de semana. E um abraço. Eduardo.


De linhaseletras a 31 de Julho de 2009 às 13:54
Muito boa tarde, afinal temos Poeta, gostei muito do que li, sabe! o meu Pai é que dizia poesia dessa maneira, pena foi ele não ter deixado nada escrito, deixou só gravada no meu coração para sempre .
Até logo


De Fisga a 31 de Julho de 2009 às 21:00
Olá D. Idalina. Obrigado por ter vindo, e também pelo elogio. Mas segundo eu já ouvi, o seu Pai era um poeta de grande craveira, Eu não tenho comparação possível, claro está. Mas agradeço-lhe na mesma. Um bom fim de semana e tudo de bom. Eduardo.


De maripossa a 31 de Julho de 2009 às 18:53
Amigo Eduardo. O poeta escreveu lindas palavras de amor e gostei muito do que aqui escreveu, o vídeo acompanha as mesmas pelo lindo casal de autores, dizendo Drummund de Andrade. Amigo Eduardo adorei o conjunto.
Beijinho bfs e volto na próxima semana, vou dar uma volta por aí. Lisa


De Fisga a 31 de Julho de 2009 às 21:04
Olá amiga Lisa. Antes do mais obrigado por vir, em segundo quero desejar-lhe que a voltinha corra tal como a amiga deseja. Beijinho E tudo de bom. Eduardo.


De Chicailheu a 1 de Agosto de 2009 às 00:21
Que belo poema de amor e paixão!
Adorei!
Beijos e muitos poemas.
Chicailheu


De Fisga a 1 de Agosto de 2009 às 17:10
Olá amiga Chica. Obrigado pelo elogio, não sei se mereço. Mas a verdade é que eu também gosto muito deste poema. beijinho e tudo de bom para ti. Eduardo.


De MIGUXA a 1 de Agosto de 2009 às 00:44
Eduardo,

Meu amigo, está lindo este seu post.

É bom amar e o secretismo que lhe transmite aviva a chama da sua existência...
Noite de paz

Beijinho ternurento
amiga devota
Margarida


De Fisga a 1 de Agosto de 2009 às 17:16
Obrigado amiga, pelo elogio, e pelo carinho que demonstra, na forma como fale do poema. A Margarida é uma querida, e por isso é que assim fala. Obrigado, também por vir. um resto de fim de semana muito bom. Um beijinho de amigo Eduardo.


De rosafogo a 3 de Agosto de 2009 às 00:07
Lindo, nem tenho palavras, perante as tuas que são belas. O amor é o sal da vida, só ele nos faz sonhar,
e enquanto há vida ... tudo pode acontecer.

Tudo bom para ti amigo Eduardo, eu ando um pouco atrasadita, mas cá vou chegando. Os amigos não se esqueçem.
Beijinho
natalia


De Fisga a 3 de Agosto de 2009 às 11:49
Olha amiga. Primeiro obrigado por vires. Segundo, atrasada, tu? por quem és, agora depois de reformada, ainda te sentes na obrigação de cumprir horários? Olha o meu relógio, reformou-se no mesmo dia que eu, daí para cá nunca mais o usei, tanto se me dá que seja tarde como cedo, não tenho que dar contas a ninguém. cada um fás o que pode, como pode e quando pode, e mais nada. Para mim já foi suficiente 47 anos a cumprir horários. Amiga Natália não te preocupes com os atrasos. que eu também não. beijo e tudo de bom para ti. Eduardo.


De eduardo a 3 de Agosto de 2009 às 12:11
Olá amiga Natália. Obrigado por vires, e pelas palavras de carinho e amizade. Fiquei feliz por saber que gostaste do poema. Quanto aos horários, não te preocupes, para preocupação bastou os anos que nós andamos a cumprir, enquanto trabalhamos. Beijos Eduardo.


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