Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI

Passados alguns minutos, a Mme. Diplomata regressa com um cesto de verga na mão tapado dom um pano branco de seda pura, e cosido á volta do cesto. E virando-se para a Mme. Cacharel disse: Isto é uma oferta minha, para a Mme. Que me merece todo o respeito e atenção. A Mme. Cacharel, agradeceu e disse: mas não era preciso nada, a minha vinda cá foi só para lhe dar um beijo e pormos a conversa em dia. A Mme. Diplomata segredou-lhe ao ouvido. É a fifi, é uma atenção minha, mas não comente com ninguém, e trate muito bem dela que ela é uma querida. E eu dentro do cesto muito caladinha e quietinha, para não dar bandeira, que eu apesar de de saber que ia chorar muitas lágrimas pelas minhas amigas lá da casa, parece que ainda não estava a acreditar que me ia ver livre daquela peste da Mme. Diplomata. As tive uma pena enorme de não me poder despedir da Albertine, que só eu sei. Ao chegar a casa a Mme. Cacharel, poisou o cesto com muito cuidado no chão e disse para a Leila. Tome conta deste cestinho e não deixe que alguém se aproxime dele, porque tem aqui uma prenda que vale ouro. Eu vou à rua comprar uma caminha e um W.c. para o bichinho. !E que bichinho é? É uma gatinha chamada fifi, é a coisa mais linda que eu já vi! Ai que bom eu gosto tanto de gatos. Pois mas esta é uma gata. Eu muito quietinha dentro do cesto, embora não visse chegada a hora de sair de lá, só por adivinhar a recepção que m esperava, eu não cabia dentro da minha pele. Uma cave faz a porta abrir-se! Ora aqui está o principal para a dona fifi entrar na sua nova família. Vamos lá então proceder à entrada do último e mais querido membro da família.

 

 


publicado por Fisga às 09:00
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7 comentários:
De *FreeStyle* a 11 de Novembro de 2008 às 13:18
Um conto que sem duvida merecia ser editado em livro.

Parabens Eduardo, uma linda historia.


Abraço

*FreeStyle*


De Fisga a 13 de Novembro de 2008 às 19:29
Olá Amigo FreeStyle. Obrigado pelo elogio, mas não concordo que seja assim tão bom, trata-se afinal tão só de uma manifestação do carinho que eu tenho pejos animais. Um abraço e boas noite Eduardo.


De M.Luísa Adães a 12 de Novembro de 2008 às 11:06
Eduardo

Os contos quando a noite desce tornam-se reais;
venho ao blogs de noite e encontro a verdadeira Fifi e
não é a mesma que encontro de dia.
A noite tem magia de outros tempos e daquelas histórias de "Medos" que se contavam à noite ...

Beijos para ti e gatinha,
(do teu conto)

Maria luísa


De Fisga a 13 de Novembro de 2008 às 19:40
Olá Amiga Maria. Antes do mais Obrigado pela visita. Ai como eu tenho saudades desse tempo há 70 anos atrás era a T. v. da época eram esses contos à lareira, que faziam as delicias de pequenos e grandes. Mas é uma grande verdade. As coisas de noite têm uma magia que não se vislumbra de dia. Será porque à noite, todos os gatos são pardos? Um beijo e boa noite. Eduardo.


De Maria a 12 de Novembro de 2008 às 22:09
Ainda continua a história? estou desejando ver esse final feliz.Bjs


De Velucia a 13 de Novembro de 2008 às 03:14
Oi Eduardo

A tua mente para os contos continua explêndida!

E eu continuo a visitar na medida do possível.


Estou muito cansada e o sono faz com que durmo sobre as teclas.

Um abraço.


De Fisga a 14 de Novembro de 2008 às 16:00
Olá Amiga vera. Eu fico muito grato pela tua visita, mas sou o primeiro a defender que o descanso é sagrado, e como tal tem que ser religiosamente respeitado, alem de ser meio alimento para o corpo e para o espírito, assim sendo deve estar sempre como primeira prioridade. Amiga mais uma vez sempre grato e atento. Um Abraço e bom fim de semana. Eduardo.


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