Domingo, 3 de Maio de 2009

DIA DA MÃE

A TODAS AS MÃES DO MUNDO 

 
 
 
 Para sempre
                          Klica aqui na figura.
 

 

Hoje é o dia de todas as MÃES. Sejam elas de que raça, de que cor, de religião, de País ou etnia, forem. Têm todo o dom sagrado, que só ao género feminino, foi concedido. Vivam todas as mães, pra todo o sempre. E recebam todas, este ramo de flores, e o meu beijinho, que com todo o carinho e amor, lhes ofereço.

publicado por Fisga às 05:00
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20 comentários:
De ஜॐ♥ஜ___Estrelinh@___ஜॐ♥ஜ a 3 de Maio de 2009 às 14:48
Eduardo mto obrigado plo carinho, vou levar o raminho sim, como prova da nossa amizade,obrigado mesmo, beijito amigo


De Fisga a 3 de Maio de 2009 às 16:13
Ó minha querida amiga, leva o post . inteirinho que tem esse poema do Drumon De Andrade, que é uma beleza. Não sei se ouviste, é só k. na figura. Não tens que te inibir, eu é que fico orgulhoso de saber que tu gostaste. Um Beijinho de parabéns Para ti como MAMÃ, e outro como amiga. Eduardo.


De Simbologia do aMoR a 3 de Maio de 2009 às 18:31
Olá Eduardo

Que linda mensagem! Sempre Drumond.
Não tive o prazer de ser mãe (mas sou mãe da minha). Tenho o doce sabor de ter a minha ainda viva, e que comemoramos no próximo domingo.

Obrigada.


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 17:42
Ó minha doce amiga: Não são só as que os geram e criam que são mães, você mesmo acaba de dizer que é mãe da sua mãe. Na minha terra dizem que parir é dor, criar, ajudar, apoiar e amparar é amor. Aquele ramo de flores que está no meu blog, é dirigido e oferecido a todas as mães do mundo, por isso pode ir busca-lo é seu. Sabe que eu pensava que a Sra. Era portuguesa, afinal enganei-me é ou está, no Brasil. Beijo Eduardo.


De Simbologia do aMoR a 4 de Maio de 2009 às 23:02
Olá Eduardo.
Obrigada pelas flores, mas onde estou não está sendo possível buscar estes prêmios. Estou com um pc que não é meu.
Não precisa chamar-me de srª. pode chamar-me de "você". E eu não sou portuguesa. Sou brasileira e estou em Portugal. Acredito que saiba quem eu sou não?
Meu nome verdadeiro está no meu blog, no último post.
Abraço.


De Fisga a 5 de Maio de 2009 às 16:04
Olá amiga Renascer. Quanto ás flores pode ir colhe-las em qualquer altura mesmo mais tarde, são para si de direito. O facto de ser brasileira e estar em Portugal, surpreende-me, e é muito agradavel ao mesmo tempo. Não faço a mais pequena ideia, de quem seja. A! Vera? Ó minha querida amiga, comigo, o temporal passa mas a amizade fica. Adorava conhece-la pessoalmente, caso já se sinta conciliada comigo, eu estou conciliado com você. Beijinho deste que nunca a esqueceu. Eduardo.


De Simbologia do aMoR a 5 de Maio de 2009 às 16:25
Olá Eduardo.
Pois nunca deixo de reconciliar com as pessoas que penso que magoaram-me.
Eu me magoo, mas depois passa.
Não poderia deixar de reconciliar.
Na verdade, não são as pessoas que nos magoam, somos nós mesmo que nos magoamos pela maneira que vemos as coisas; portanto, você nunca magoou-me, foi a maneira de como vi aquela situação.
Quanto a conhecê-lo... Não sei. Até porque não sei se você mora em Portugal. Pelo horário de sua msg, parece-me que temos um hora de diferença. Estou enganada?

Abraço.


De Fisga a 5 de Maio de 2009 às 17:15
Olá amiga como chamar agora? Amiga. Em Portugal há só um fuso horário. e eu moro na periferias de Lisboa a 25 quilómetros. Fico muito feliz de ter aceite de novo a minha amizade, Obrigado por isso. Vamos fumar o cachimbo da Paz. Um abraço Eduardo.


De Simbologia do aMoR a 5 de Maio de 2009 às 17:47
Oi Eduardo
Pois, só nao entendo porque tuas mensagens chegam com uma hora adiantada.

Eu não entendo este significado "fumar o cachimbo da paz", até porque eu não fumo e também não gosto de tabaco.
Quanto a amizade sim, amigos.

Abraço.


De Fisga a 5 de Maio de 2009 às 18:50
Olá amiga. Cá diz-se fumar o cachimbo da paz, quando duas ou mais pessoas estão de relações cotadas e se voltam a dar, é que se diz fumar o cachimbo da paz. Eu também não fumo e nem goste de estar junto de quem fuma, e beber só com amigos muito de longe em longe. Quanto à hora de diferença, não faço a menor ideia de porquê. Mas também não é importante. UM abraço Eduardo.


De Maria a 3 de Maio de 2009 às 20:20
Olá Fisga

Obrigado pela mensagem e pelas flores.
Sou mãe de duas jóias de filhos.
A minha já partiu.

Obrigado Bjs Maria


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 17:47
Olá amiga Maria. Fiquei muito feliz por saber que gostou, quanto aos filhos, estamos em igualdade de circunstância, eu também tenho 2 ou seja um casal. Beijinho Eduardo.


De linhaseletras a 4 de Maio de 2009 às 00:32
Gostei do poema, é muito bonito, e vou levar o ramo das rosas, que é um presente, e eu como todas as mulheres gosto muito de flores.
Muito obridado


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 18:07
Olá Da. Idalina. Obrigado por vir. Quanto ao ramo de flores, elas são para isso mesmo. Quanto a todas as mulheres gostarem de flores, não é totalmente certo. Eu conheço uma que diz. Eu não gosto de música, nem de fado, e nem de flores. Eu já ouvi ela dizer isto. Fique bem até amanhã. Eduardo.


De Ana a 4 de Maio de 2009 às 10:06
Linda a tua homenagem às mães, eu como uma delas não posso deixar de dizer obrigada amigo.
beijinhos


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 18:15
Olha amiga Ana. Fiquei muito sensibilizado por teres gostado. Eu tenho um respeito e um carinho muito grande por todas as mães, pelo simples facto de serem protagonistas desse dom tão grande e nobre, porque também já tive uma mãe e sei quanto me custou pede-la. A pesar de reconhecer que a nossa mãe é diferente de todas as outras mães, mas mesmo assim, merecem-me todo muito carinho e respeito. Beijinho. Amiga Ana.


De M.Luísa Adães a 4 de Maio de 2009 às 18:11
Eduardo

Estava confundida com os cravos de Abril.

Vou levar estas flores para os meus "Prémios" com muita
ternura e carinho. Obrigada!

Da amiga Maria Luísa


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 19:48
Olá amiga Luísa. Não tem nenhum mal, tu comigo estás à vontade podes levar do meu blog tudo o que te apetecer e que consigas levar que eu não te vou cobrar nada nunca. Beijo Eduardo.


De rosafogo a 4 de Maio de 2009 às 20:57
Só agora consigo vir nas calmas, e logo tive o prazer
de ler tão bonitas palavras ás mães de todo o Mundo.
Muito belo, como mãe duas vezes... porque também sou avó , quero agradece-te com todo o coração.
Vou tentar levar para as minhas imagens o belo ramo e po-lo-ei no próximo post. Tenho pena porque também gosto do poeta Drummond, mas não consegui ouvir.
És o máximo , um abraço grande


De Fisga a 5 de Maio de 2009 às 15:30
Olá amiga Rosa. Obrigado pelas tuas palavras que me sensibilizam muito. E leva o ramo, que eu ofereço a todas as mães do mudo. Tenho muita pena que não tenhas conseguido Ouvir o poema. Tens que dar um klik, com o rato sobre a cara que está sobre o lado direito do ramo, até lá diz. Klik aqui. Mas se não conseguires ouvir eu mando-te o poema escrito para tu poderes copiar para ti. Obrigado mais uma vez amigo. Um beijo. Eduardo.


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