Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

A CARTA

 

RECADO DE UM PAI. 2ª de 5 Paginas.

A superioridade não se impõe com grandes, não se pavoneia em grandes frases; é única e tácita mente aceite pelo consenso alheio. Procura mentir o menos que possas. Eu não te digo que expulses absolutamente a mentira da tua boca, Porque há mentiras convencionais, mentiras de bom-tom, espécie de jogos florais com curso forçado ás quais nos temos de subordinar sob pena de sermos considerados inadaptados ao meio. Sem embargo, que as tuas não periguem o proveito ou honra de alguém; ou ao contrário que delas não lhes advenha beneficio ou piedoso conforto. Sê sempre apesar de tudo verdadeiro, porque a verdade é um fio condutor no emaranhado da vida. Pela verdade deve sacrificar os nossos intercedes, o nosso orgulho, e até os recantos esotéricos da nossa afectividade meu ponto de vista a mentira alem de ser uma deselegância e uma traição ao mais nobre dos atributos humanos (o pensamento) é uma arma covarde usada pelos fracos, pelos hipócritas e pelos traidores, sobre tudo sê verdadeiro contigo próprio. Sendo juiz insubornável para os teus actos, sê meu filho temperadamente misericordioso paras com os outros. A bondade não consiste em não praticarmos o mal. O homem é um ser imperfeito. A perfeição é um ideal a alcançar a abstracta aproximação dos limites tangenciais da esfera da divindade, afinadamente rebuscada nas miragens da alquimia dos corações bem formados. 


publicado por Fisga às 22:00
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37 comentários:
De rosafogo a 20 de Abril de 2009 às 22:44
Amigo Eduardo

Deixei o meu comentário á 2ª pag. da tua carta, na 1ªpágina.
Desculpa, mas esta minha cabeça... sabes aconteceu que depois de ler esta, fui atrás ler a outra de novo,
então, como sou muito ligeira... demais!De vez em quando saí aneira!

Um beijinho


De Fisga a 21 de Abril de 2009 às 17:32
Ó minha amiga. SE eu não soubesse o que é isso seria capaz de levar a mal. Mas eu se pedisse desculpa por cada vez que meto água, era muito mais fácil gravar um disco. Isso não tem qualquer importância. Não te preocupes com essas coisas. Obrigado por vires e por comentares é só. Um beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 21 de Abril de 2009 às 12:46
Eduardo

Lê a minha sugestão acerca das "Rosas Vermelhas"e
vê se concordas e só publicas o estudo, depois de teres este teu trabalho publicado, o tempo que achares necessário.
A seguir colocas o teu estudo sobre o poema; eu
achava interessante, muito , muito interessante!
Original, fazer o estudo de um poema de uma amiga!

Beijos e obrigada, seja qual for o teu desejo.

Maria Luísa


De Simbologia do aMoR a 21 de Abril de 2009 às 19:38
Oi Eduardo

Estarei lendo suas cartas.
Nesta o que percebi é que quis dizer para o teu filho sobre a mentira.
Creio eu que todos mentem, por uma ou outra razão. Mas eu abomino a mentira quando coloca qualuqer outra pessoa em prejuízo; seja ele moral, afetivo, sentimental, etc.
Há um ditado que é certo: "a mentira tem pernas curtas". Ou seja, um dia a verdade virá.
Todos os valores morais, afetivos, espirituais e sentimentais devem ser verdadeiros.

Um abraço


De Fisga a 21 de Abril de 2009 às 20:09
Antes do mais o meu obrigado, pela visita. Quanto à frase em análise, está bem claro onde eu digo, na carta: Há mentiras convencionais. E mentiras de bom-tom, uma espécie de jogos florais, Com curso forçado, às quais nos temos que subordinar, sob pena de sermos considerados inadaptados. E recomendo a seguir que nunca essas mentiras prejudiquem seja quem for. E já agora acrescento que faltou falar nas mentiras chamadas piedosas onde por qualquer circunstância se tenta poupar a pessoa a sofrimentos maiores. Creio que não é de bom-tom o radicalismo, só para dizer que não gostamos da mentira. Eu também não gosto, mas se eu quiser ser franco posso dizer que a mentira é sempre verdade até que a perna da mentira fique curta. Espero não ter ofendido, pois não foi essa a minha intenção, foi isso sim um pequeno esclarecimento, mas de boa vontade, e boa Fé. UM abraço Eduardo.


De Simbologia do aMoR a 23 de Abril de 2009 às 16:34
Oi Eduardo
Não tem que pedir desculpas. Em momento algum senti-me ofendida, até porque não há razão para sentir-me assim.

Abraço.


De Fisga a 23 de Abril de 2009 às 21:34
Olá amiga Renascer. Obrigado por ser assim. Compreensiva e tolerante. Um grande abraço. Eduardo.


De MIGUXA a 21 de Abril de 2009 às 23:49
Ola´amigo Eduardo,

Entendi perfeitamente a intenção das suas palavras sobre a mentira...ainda que discorde dela, não posso discordar completamente de si...Não estaria a ser verdadeira comigo mesma...

Beijinho com carinho
Margarida


De Fisga a 22 de Abril de 2009 às 18:09
Olá amiga Margarida. Obrigado por vir é sempre um prazer recebe-la. Quanto à mentira se reparar bem no conceito em que eu integro a mentira, não estou a aconselhá-la. Aponto apenas as situações em que a mentira não é condenável, ou o tipo de mentira que é perdoável. Longe de mim, fazer a apologia de uma coisa condenável. A mentira é pior que a traição, embora a traição também não seja boa, mas se após a traição se usar a verdade para justificar a traição, quem sabe a traição pode ser até perdoada, a mentira é que não tem perdão, a não ser a mentira chamada piedosa, par poupar alguém a um sofrimento, Ou a chamada mentira de salão, que é pura brincadeira. Obrigado pela sua opinião, que é sempre bem-vinda, beijinho Eduardo.


De Emanuela a 22 de Abril de 2009 às 01:41
Seres imperfeitos que somos, mentimos muitas vezes a nós mesmos...Ainda assim, que a nossa mentira(sonhos de felicidade) um dia possa ser a eterna verdade!
Beijinhos


De Fisga a 22 de Abril de 2009 às 18:17
Olá amiga emanuela . Obrigado por vires dar a tua opinião sempre bem-vinda e considerada. Sim amiga, mentimos a nós mesmos. Fruto na maior parte das vezes, das adversidades da vida que tantas vezes nos é madrasta. essas mentiras são perdoáveis, como perdoáveis são as mentiras ditas sobre coacção. o que também acontece muitas vezes. Alem disso hoje o conceito de mentira, não é o mesmo que era Há 50 anos quando eu escrevi essa carta. beijinhos Eduardo.


De M.Luísa Adães a 22 de Abril de 2009 às 10:24
Fisga

Lindas cartas, repletas de um bom português, de
admirar , ler e reler.

beijos, da

Mª. Luísa


De Fisga a 22 de Abril de 2009 às 18:23
Olá amiga Luísa. Obrigado por vires dar a tua opinião sempre bem-vinda e sempre considerada. Amiga não são cartas, desculpa, é só uma carta dividida em 5 paginas, para não ser maçuda. Obrigada pelo elogio, em especial do português, Eu estava saído da escola havia pouquinho tempo, hoje já não era capaz de escrever, com a mesma métrica que escrevia naquela altura. Mas fico feliz com o elogio. obrigado. Beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 24 de Abril de 2009 às 21:41
Eduardo

estive ausente uns dias, mas já te escrevi.

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 25 de Abril de 2009 às 10:10
Olá amiga Luísa. Tudo bem. Espero que estejas melhor. Olha eu agora vou ter que estar em observação contínua até ao fim de Maio, por causa da minha tiróide e de uma arritmia cardíaca. E não me posso ausentar para longe d casa. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 25 de Abril de 2009 às 12:27
Eduardo
Tudo resolvido quanto às nossas rosas; continua com a tua Carta; tens de estar atento às ordens do Médico; sabes da Mª. João ? Ainda não tive tempo de
ir ao blogs dela, mas vou - é prioritário, para mim.
Continua a manter-te em contacto e em dar noticias.

Bºs, Mª. Luísa


De Fisga a 25 de Abril de 2009 às 21:12
Olha amiga: A João está numa miséria. Eu falei com ela ontem pelo telefone, quase não consegue falar e não tem ninguém que le chegue um copo de agua. Não consegue andar nem para ir à farmácia. nem procurar comida não consegue sair de casa. tu não vais fazer nada ao blog dela. Porque ela já não tem nete, foi cortada desde o dia 16, por falta de pagamento. Eu queria lá ir estou farto de gastar dinheiro em telefone e não a posso ajudar em nada, porque estou proibido de me afastar de casa pelo meu médico, porque ando em observação constante por causa da tiróide, e de uma arritmia cardíaca. e a telefonar, basta estar 5 minutos a falar, para gastar dinheiro que dava para eu ir a Oeiras 3 vezes, porque eu só pago meio bilhete, mas não me posso ausentar. Um beijo e tudo de bom, Eduardo.


De M.Luísa Adães a 26 de Abril de 2009 às 11:37
Eduardo
Que noticias péssimas e tu proibido de saír, pelos teus
problemas de saúde. Nada se pode fazer!
Mas ela tem amigas e familia e alguém tem de ajudar!
Não se pode abandonar, assim, uma pessoa e todos os animais que tem em casa. É uma falta de humanidade.
O meu marido, neste momento, está doente há 3 dias,
vai segunda ao médico e eu estou preocupada.
Mas me aflige a doença dela e a falta de meios para
se tratar e mais, o pagar da Net.
Eduardo, porque nos apegamos ao virtual? E não
deixamos passar? Porquê meu Deus.
Preciso do telefone dela, para lhe ligar.

Obrigada por dares noticias, mas eu neste momento
nem lá posso ir, no caso de necessidade.

Beijos,

Mª. Luísa


De Fisga a 26 de Abril de 2009 às 15:39
Olá amiga Luísa. Sabes o que eu digo, amiga? Parece que Deus se esquece das pessoas, em certas alturas da vida. Ela não tem família, segundo me disse. tem duas filhas, mas parece que não se dão bem. Outra família, também parece que não tem. Será que é tudo assim tão linear? E quem somos nós para julgar? Que problema, também o teu agora o tuas e teu marido também doente. Olha amiga espero que não seja nada de cuidado. Olha amiga se tu quiseres falar com ela. Eu dou-te o número dela, mesmo sem lhe pedir autorização, espero que ela não me leve a mal. Maria João. Telef. 965190878 Se ela te perguntar quem te deu o telefone, diz que fui eu. Um beijinho e as vossas melhoras tuas e do teu marido. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 26 de Abril de 2009 às 17:06
Eduardo

Tomei nota do número; na realidade são situações que não podem ser julgadas nem compreendidas.
Cada familia tem os seus problemas e este é complicado, pois trata-se de doença, dificuldades de
ajuda e o principal para um bom tratamento, o dinheiro, não abunda.
Mas alguém da familia mais chegada, neste caso as filhas, devem e podem ser responsabilizadas.
Mas que sabemos nós ? Nada! E nessa base, temos de
aguardar até porque, estamos longe da nossa amiga.

Mas fico penalizada por ela.
O meu marido não tem comido nada, só chá e torrada
e desde sexta que está em casa. Amanhã vai ao
Médico.

Obrigada e olha por ti.

Bºs, Maria Luísa


De Fisga a 26 de Abril de 2009 às 21:19
Olha amiga, tu tens razão, quem somos nós para julgar. Mas é uma tristeza, sabes ela contou-me que nunca teve médico de família, aí começa logo por aparecer a primeira lacuna, porque se ela tivesse médico de família, ele poderia ser o primeiro a dar o passo inicial, passando-lhe uma carta e manda-la para um qualquer médico de confiança dele no hospital. Assim, é uma chatice. Sabes, ela também foi sempre uma menina a quem nunca faltou nada até a vida começar a andar para trás, e agora é que se começa a sentir a falta das coisas. As tuas melhoras e do teu marido Um beijo Eduardo.


De M.Luísa Adães a 27 de Abril de 2009 às 11:07
Eduardo

Bem analisado o problema; agora difícil de passar.
Muito complicado.
Ontem liguei para o nº. do telefone e não sei que te
diga, passei uma noite péssima.
Mas sei, infelizmente, que nada posso fazer e isso,
apavora-me!
Fez-me muita impressão psíquica, nem imaginas!
Obrigada por me escreveres; ainda estou sob o
impacto do problema e não posso. Tenho de esbater!

Beijos,

Maria Luísa


De Fisga a 28 de Abril de 2009 às 16:46
Olá amiga Luísa. É aquilo está muito mau, Esperamos que se resolva o mais depressa possível. beijinho Eduardo.


De M.Luísa Adães a 1 de Maio de 2009 às 09:46
Eduardo

Congratulo a tua Carta!

E agora, aproveito para perguntar se sabes noticias.
Poemas no blogs não vi mais...será que terminou?
E agora onde escreve a nossa amiga e o que sabes dela?

Beijos e saudades,

Maria Luísa


De Fisga a 2 de Maio de 2009 às 14:57
Olá amiga Luísa. Obrigado por vires. e fico feliz por teres gostado da carta. Quanto à João, olha aquilo está deplorável. Ela não escreve, porque lhe cortaram a net. por falta de pagamento, e ela quase não tem forças para falar ao telefone. Está muito fraquinha, e está totalmente dependente da caridade da Paróquia, que lhe dá uma refeição por dia, e tem que lhe ir lá a casa levar porque ela não consegue sair de casa. é só o que sei porque eu agora também não posso sair de casa. Beijinhos Eduardo.


De M.Luísa Adães a 2 de Maio de 2009 às 19:15
Eduardo

Muito tristes as noticias que me dás. A João está
dependente da paróquia na comida? Mas é uma
situação tétrica, impossível de acontecer neste século.
E a familia? Devia ter conhecimento do que se passa e
me parece que em termos juridicos, são responsáveis por ela. Não a podem abandonar, mas
abandonam - porquê? Alguém tem de responder!
Tu conheces alguém da familia a quem se possa
dar a conhecer, o estado dela?

É uma tristeza tu estares doente. Só tu podias fazer
alguma coisa de útil. Mas tens que olhar por ti para
poderes ter saúde para os outros.

Faz-me uma confusão o que se passa, meu Deus.

Obrigada por me escreveres e as melhoras - olha
por ti!

Beijos da amiga Maria Luísa


De Fisga a 3 de Maio de 2009 às 17:14
Olá amiga Luísa. Olha minha amiga: Eu além de a conhecer pessoalmente, vimo-nos uma vez, eu sei tanto dela como de ti ou seja, não sei nada. Não conheço ninguém que lhe pertença mas eu acho que ela tem duas filhas. Mas não sei mais nada, sei que ela só come uma vez por dia que a paróquia lhe vai levar a casa, acho que o almoço, e que lhe vão dentro de pouco tempo cortar a luz, por falta de pagamento e já lhe cortaram a net. É tudo o que sei sobre ela. Beijinho. Eduardo.


De M.Luísa Adães a 3 de Maio de 2009 às 20:57
Eduardo

Tens razão, sabes tanto dela como de mim, é certo.
Mas considero, para a minha sensibilidade de poeta e
criatura humana que sou, uma situação que não entendo e me deprime e me dá vontade de correr até ela e lhe resolver toda essa miséria.
Mas não posso, entendes? Tenho pessoas que não
concordam comigo e tenho de fingir que esqueço.

Já pensaste, ficar sem luz, ter o minimo de comida
e todos aqueles animais que necessitam de cuidados,
não ter saúde, nem nada...Se for verdade - é como
um deserdado neste mundo que também é dela.
Não aceito! Não posso aceitar e isso faz-me sofrer e
muito...
E nada posso fazer! E os amigos dela, de longa data,
onde estão? Abandonaram-na?
Há qualquer coisa de errado que não entendo. Tem de
haver qualquer coisa de errado que me escapa!

Maria Luísa


De Fisga a 4 de Maio de 2009 às 18:03
Olá amiga Luísa. Olha minha amiga, eu nunca proferi uma palavra sobre isso, mas estou de acordo contigo a 100%. Tem que haver algo de errado. O que é eu só saberei se ela alguma vez de sua livre e espontânea vontade me quiser contar, porque eu nunca lhe vou perguntar. Quanto aos animais, Eu não sou pessoa se fazer julgamentos ou avaliações sem verdadeiro conhecimento de causa, mas Quem me garante que a origem da doença dela, não está na estada de todos aqueles animais lá em casa? E quem sou eu para alvitrar? Olha amiga eu mandei-lhe hoje um pouquinho de dinheiro para que a minha consciência ficasse mais aliviada. Porque ao fim e ao cabo é como um condenado, pode ter sido o maior bandido, mas tem direito a defender-se, ela nem defender-se pode, porque não tem como. Eu agora também não posso sair de casa por causa das tonturas que o medicamento me fás. Perde ela, e perco eu. Porque com o dinheiro de um telefonema eu ia duas vezes a Oeiras e voltava, e sempre lhe chegava as coisas mais essenciais, por isso é que perdemos os dois. Beijinho amiga. Eduardo.


De Alzira Macedo a 22 de Abril de 2009 às 11:35
Grande lição de moral...

Concordo plenamente com o que aqui acabei de ler. Infelizmente vivemos num mundo onde poucos pais assim ensinam...
A Mentira tornou-se um meio de comunicação giratória em nossas vidas...
Estamos rodeados de mentirosos começando pelos nossos políticos...
Sou anti mentira, não consigo perdoar uma mentira, (prefiro sofrer com uma verdade, do que ser feliz na mentira....)
esta frase é mesmo minha porque assim a sinto mesmo...
Amigo gostei deste teu poste parabéns....
beijos


De Fisga a 22 de Abril de 2009 às 18:31
Olá miga Alzira. muito obrigado pela tua opinião, que é sempre bem-vinda e considerada. Quanto à carta está bem redigida também penso isso. Ela está dividida em 5 partes esta é a segunda, porque não podia ser toda junta que é muito grande, eu quando a escrevi há quase 50 anos era com ideias de fazer um livro, onde ela seria integrada, mas depois a ideia do livro ficou pelo caminho e agora resolvi publicá-la, mas tinha mesmo que ser dividida, porque senão ninguém tinha pachorra para a ler. Obrigado Beijinho Eduardo.


De Alzira Macedo a 23 de Abril de 2009 às 09:16
Bom dia amigo Eduardo...
Aguardo os proximos capitulos...
pois aqui se denota uma grande sabedoria assim como um grande pai de boa educação e conduta...
Um beijo e até breve


De Fisga a 23 de Abril de 2009 às 19:36
Olá amiga Alzira. Obrigado por vires dar o teu parecer, sempre útil e bem aceite. Obrigado pelo elogio. Olha minha amiga, eu não é gabar-me, mas acho que já dei provas de que sou uma pessoas que prima muito por 4 vectores que eu acho, são primordiais, na nossa vida. E são eles, Educação, respeito, paz e amor. Dentro destes 4 princípios cabem todos os outros que são essenciais à boa e sã convivência. Mas não pretendo de nenhuma forma agradar a toda a gente, porque cada pessoa tem um A. D. N. Próprio, tal como a impressão digital, em nenhuma pessoa é igual. Beijinho Amiga Alzira. Deste teu amigo Eduardo.


De TiBéu ( Isa) a 23 de Abril de 2009 às 13:18
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beijinhos..


De Fisga a 23 de Abril de 2009 às 21:31
Minha querida amiga. O meu muito obrigado. Beijinho.
Eduardo.


De maripossa a 23 de Abril de 2009 às 18:05
Amigo Eduardo. Vim ler a continuação da carta, nela se ensina um pouco como deve ser a pessoa em si (filho) eu não suporto mentiras, sejam elas leves ou pesadas, prefiro uma verdade a doer que uma mentira piedosa, assim sou, clarifico a mesma igual ou parecida com a traição.
Beijinho de amizade Lisa


De Fisga a 23 de Abril de 2009 às 21:35
Obrigado minha amiga por ser assim. beijinho Eduardo.


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