Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Altas horas da noite comecei a sentir dores e dei conta que estava chegada a hora para nascerem os meus filhotes. O meu companheiro de dores e prazeres, lambia-me como que a confortar-me, na minha dor. Devia ser madrugada quando eu dei à luz, 5 rebentinhos tão lindos como o pai, todos saudáveis e bem nutridos, foi uma alegria para nós dois ficamos tão felizes, que parecia que mais nada nos faltava na vida. Logo de manhã a Albertine apareceu com comida para nós quando ela viu que eu já era mãe ela até pulou de contente. Deu-me muitos beijos e também deu os parabéns ao novo papá, que ficou todo babado também. A partir de agora vou despedir-me de todas as amigas e amigos que me apoiaram e me estimaram, dizendo para todos que estão no meu coração pelo bem que me fizeram, e pelo apoio que me deram. Quem sabe se eu um dia volto para mostrar a minha prol, que há de ser o meu orgulho se eu tiver sorte. Eu confio muito na Albertine, e na discrição dela para que ninguém saiba que nós aqui vivemos. Só sabe ela mais ninguém. Eu tive muita sorte na escolha do pai para os meus filhotes, e eles são a trombinha do pai o que me enche muito de orgulho, porque eu não sou uma gata qualquer, prezo-me de ser uma gata digna do nome que tenho. Fifi. ADEUS AMIGAS E AMIGOS.                                  FIM………………………………………….
 

 


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Domingo, 28 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Perante um caçador tão exímio em caçar ratos, eu não tinha razão para me preocupar com a alimentação. Então porque não ir atrás do meu eleito? Bom, eu tenho muita pena da Albertine, e do outro pessoal subalterno da mansão. Mas eu não posso viver a minha vida em função das outras pessoas, por muito que eu goste delas, e deixar de continuar a ser muito feliz com o meu rafeirinho. Mas também tenho o problema dos meus filhotes, eu quero que eles nasçam e cresçam num bom ambiente. Mas já sei o que fazer. Vou começar a treinar para saltar a vedação com facilidade. E vou começar a sair todos os dias para fora da cerca, e à noite regressamos os dois para dormir no anexo. E a Albertine vai me dar apoio quando os meus
Filhotes nascerem, e logo que os meus filhotes poderem ficar sozinhos no anexo eu vou também caçar para eles, e vou assim viver a minha vida, de liberdade e independência, na esperança de que a mme. Diplomata nunca descubra o meu esconderijo. Mas sem perder também o contacto com a Albertine. E cá vou eu para a cerca, treinar. Salto para fora, salto para dentro e estou quase mestra a pular a cerca. Amanhã vou desafiar o meu rafeirinho para uma incursão fora da cerca. E assim aconteceu. De manhã lá vou eu a caminho da cerca e zás para fora, o meu companheiro a trás de mim, fomos fazer uma grande caminhada e ele foi caçando uns ratitos para irmos comendo e assim passamos um dia em cheio.

 

 


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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
EPILUGO
Quando regressamos lá estava a Albertine à nossa espera, fez-nos uma grande festa e eu muito colada a ela e a miar baixinho e pela primeira vez a Albertine fez uma festinha ao meu rafeirinho que ficou todo babado por ter sido aceite pela minha protectora. Ela trouxe muito comer para nós mas a nossa fome não era nenhuma e não comemos, mas de manhã antes de sairmos comemos um bom bocado, lá fomos à semelhança do dia anterior. Entramos numa quinta que parecia estar abandonada. Percorremos a quinta toda, com todos os cuidados, pois não conhecíamos o terreno que estávamos a pisar. Junto a um canto da quinta encontramos um anexo, que parecia não ser penetrado por seres vivos há mais de um ano. Tinha teias de aranha por toda a porta e janelas, mas procuramos por todo o lado e não encontramos meio de poder entrar, eu subi ao telhado e vi que faltavam algumas telhas, chamei o meu parceiro e entramos no anexo, pelo telhado. Mas uma vez lá dentro, chegamos à conclusão que não tinha nada de interesse. Porque o pertenço anexo, não passava de uma casa de banho abandonada, onde o meu rafeirinho aproveitou para me mostrar que não é tão selvagem como parece, usando a sanita,  para fazer as necessidades. Saímos, demos mais umas voltas e regressamos ao nosso lar. Como íamos um pouco cansados dormimos uma grande sesta, só fomos acordados pela pobre da Albertine, a chamar por nós para nos dar o jantar.

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A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Perante um caçador tão exímio em caçar ratos, eu não tinha razão para me preocupar com a alimentação. Então porque não ir atrás do meu amor? Bom, eu tenho muita pena da Albertine, e do outro pessoal subalterno da mansão. Mas eu não posso viver a minha vida em função das outras pessoas, por muito que eu goste delas, e deixar de continuar a ser muito feliz com o meu rafeirinho. Mas também tenho o problema dos meus filhotes, eu quero que eles nasçam e cresçam num bom ambiente. Mas já sei o que fazer. Vou começar a treinar para saltar a vedação com facilidade. E vou começar a sair todos os dias para fora da cerca, e à noite regressamos os dois para dormir no anexo. E a Albertine vai me dar apoio quando os meus filhotes nascerem, e logo que os meus filhotes poderem ficar sozinhos no anexo eu vou também caçar para eles, e vou assim viver a minha vida, de liberdade e independência, na esperança de que a mme. Diplomata nunca descubra o meu esconderijo. E cá vou eu para a cerca, treinar. Salto para fora, salto para dentro e estou quase mestra a pular a cerca. Amanhã vou desafiar o meu rafeirinho para uma incursão fora da cerca. E assim aconteceu. De manhã lá vou eu a caminho da cerca e zás para fora, o meu companheiro a trás de mim, fomos fazer uma grande caminhada e ele foi caçando uns ratitos para irmos comendo e assim passamos um dia em cheio.
 

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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

 

EU FIFi
A Albertine conduziu-nos para o anexo e fez uma caminha muito agradável e macia, disse: Fiquem aqui que eu vou buscar a vossa papinha. Passado pouco tempo a Albertine voltava com duas tigelas de leite com sopas de trigo. E disse: Hoje tem que ser assim, não há peixe, mas amanhã já se arranja um peixinho para vocês se deliciarem.
Comemos e ficamos bem, mesmo não sendo o nosso manjar preferido. No dia seguinte, não esperamos pelo pequeno almoço, saímos logo cedo p+ara dar uma volta pela cercania da casa, eu já tinha saudades da minha amiga macieira, onde aprendi tantas coisas e vi outras que não veria se não subisse à macieira. Estava eu muito descansada a saborear o prazer de estar um pouco sobre a macieira, quando vejo o meu ídolo, a caçar um bom rato, uma coisa que eu nem sonhava como se fazia. Depois de o matar foi levar-mo a onde eu estava e pô-lo junto de mim e miou baixinho como que a dizer-me como que é muito bom. Mas eu nunca tinha comido rato, como eu não liguei, ele pega no rato com as patas e começou a come-lo. Quando veio o cheiro do rato ao meu nariz, confesso que me apeteceu provar, miei para ele e logo ele todo pronto me entregou o rato que eu com alguma repugnância provei e gostei muito. O meu amigo desceu da macieira para o chão e pouco tempo era passado já ele tinha outro rato na boca.  

 


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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

http://sorisomail.com/email/2076/caes-e-gatos-engracados.html

 

EU FIFI
A leiteira começou a andar e nós a segui-la. Quando chegamos à mansão da Mme. Diplomata, a leiteira tocou a sineta e a Albertine apareceu, ao verme ficou sem palavras: Olhou para a leiteira que lhe disse: Encontrei-os no caminho, vi que estavam cheios de fome, dei-lhe leite e de seguida trouxe-os para aqui, agora não sei o que a Albertine quer fazer com eles. Eu vou contar à Mme. Diplomata o que se passa. Eu ao ouvir isto dei um forte mio e desatei a correr, para fugir das garras da Mme. Diplomata. A Albertine ao ver a minha atitude, gritou: fifi! Venha cá que eu não digo nada à Mme. Diplomata. Eu parei e o meu companheiro parou junto de mim, a Albertine abeirou-se de mim e disse: O que é que se passou fifi? Eu miei para ela, olhei para o meu gatão e virei-me de barriga para cima, ela ao ver as minhas mamas já crescidas disse: Ó fifi, tu estás grávida? Eu miei para ela, que me disse. O que vai a Mme. Dizer quando souber disto? Eu pus-me de pé muito rapidamente e fiz como que ia voltar a fugir, mas a Albertine disse: espera fifi, eu não digo nada à Mme. Vou levar-te para o anexo e fazer uma caminha muito boa para ti e para o teu amigo, que suponho é o pai dos teus filhotes. Eu miei muito meiga e olhei para ela como quem diz. Faz isso por nós.   

 


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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
A Alda ao ver a minha barriga, gritou por Mme. Cacharel, e disse: A fifi, está grávida. – Não é possível, se ela nem junto do Loyd chegou! Não é do Loyd, é do rafeiro que nós vimos ao portão com ela naquele dia que vinha-mos das compras. – Eu não posso querer. E agora? Mme. – Agora? Essas crias não podem nascer, ou então, mal elas tenham nascido vão ter que morrer. Ai! Mme. Não diga isso. Eu ia ouvindo muito calminha mas a magicar, já a forma de garantir que a Mme. Cacharel, iria deixar de me ver mais dentro de poucos dias. No dia seguinte, logo após o pequeno almoço, fui correndo para a vedação, a ver se lá estava quem eu queria que estivesse. E por sorte minha lá estava o meu rafeirinho, que tanto me queria que passava ali os dias esperando por mim. Mal o vi, corri para a vedação e tentei subir, foi muito difícil, mas consegui, na esperança de ir com ele para casa dele, mas cheguei à triste conclusão que ele nem só era rafeiro como era também vadio. Fiquei muito assustada, e a pensar, e agora como vai ser. E logo me lembrei da Albertine. E se eu tentasse encontrar a Albertine? Ela ia-me acolher em sua casa. Mas. E a Mme. Diplomata? E como descobrir o caminho para a casa da Albertine? Ia eu a pensar nestes problemas todos que me apareceram de uma só vez, Eis senão quando vejo a Leiteira que costumava ir levar o leite lá à quinta da Mme. Diplomata. Corri para ela a miar e ela mal me viu chamou-me anda cá fifi, queres um pouquinho de leite? Eu miei para ela. O meu companheiro de armas, sempre a seguir-me. Chegou junto de mim e também bebeu uma pinguinha de leite que tão bem nos soube, depois de tanto andar sem descansar. Depois de beber-mos o leite a Leiteira disse-me. Ó fifi tu queres ir encontrar-te com a Albertine? Eu em sinal de agradecimento juntei-me a ela e esfregando-me nas pernas dela como a agradecer-lhe a sua oferta.      

 


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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
A Mme. Cacharel, retirou-se ordenando à Alda que tratasse de mim. A Alda abeirou-se de mim e disse: Então minha fifizinha, por onde você andou para se esconder do Loyd? E eu comecei a miar e a dirigir-me para o portão da quinta para ver se por lá estava a meu amor. E ao chegar vejo ele sentado do lado de fora do portão. Ao ver-me pulou de contentamento e eu comecei a miar-lhe como que a dizer-lhe. Podes saltar que a Alda não te faz mal. Ele saltou e correu para mim, começando a lamber-me com todo o carinho, e eu comecei também a lambe-lo. A Alda ao ver-nos assim tão carinhosos um com o outro, deu um grito e disse: Ai que eles estão apaixonados, e correu para me apanhar, mas eu fugi e ela chamou-me dizendo: Anda cá que eu não te faço mal. Mas nós corremos tanto que ela nos perdeu de vista, e só paramos em cima da árvore do nosso segredo. A pobre Alda correu a quinta toda a chamar por mim, mas eu nem miei, nem apareci. Mas junto à noite apareci a miar à porta da cozinha. E nisto a porta abre-se: Era o motorista. O Michel: Olha quem está aqui, a dona fifi. Veio logo a Odete, a ajudante de cozinha e disse: Se o Sr. Michel não se em, importa-se ia dizer à Alda que a fifi já apareceu, porque ela anda na quinta a ver se a encontra. Eu vou já avisar. Foi uma tarde para Esquecer a toda gente daquela casa, tudo por minha causa, mas eu só queria que toda a gente percebesse, que eu sabia bem o que queria. A Alda chegou, e começou a falar comigo e a fazer-me festas. Eu aproveitei para me deitar de costas no chão e expor a minha barriga, para que a Alda visse que eu estava a ficar com as minhas mamas mais crescidas e luzidias, era sinal que eu tinha ficado de esperanças, naquele dia que tinha estado com o meu rafeirinho. Eu não podia esperar mais para ser mamã, e também não descansava enquanto não me encontrasse com o meu rafeirinho, para lhe dar a notícia de que estava em estado interessante desde que tínhamos estado juntos.

 


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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Aguentei por ali mais um bocado, deitado ao sol, saboreanda o prazer recente do meu encontro com o meu adorado rafeiro. Quando o sol desapareceu fui para junto da casa esperando que alguém visse, e me conduzisse para casa. Quando eu menos esperava, vi a Mme. Cacharel aparecer na varanda do primeiro andar a chorar, mal me viu correu para mim a gritar em desespero total: Ó minha fifiazinha por onde é que você andou que foi procurada por todo o lado e ninguém a viu? Venha cá, e conte à sua amiguinha Cacharel, o que se passou e por onde andou. Eu apressei-me a correr para ela miando muito meigamente e ela perguntou-me: Então conte para mim, porque você fugiu quando viu o seu amigo loyd? Ele ficou tão triste, ao ver você fugir. Você não gostou dele? Ele é tão charmoso, eu dei-lhe um mio moderado a forte, como que a dizer-lhe: Mas eu não gosto dele. A Mme. Pareceu-me que entendeu e disse: A! Minha fifi não gosta dele, mas nós vamos encontrar um bichano muito bonito de que a fifi vai gostar com certeza. Nessa altura eu deitei-me no chão e comecei a lamber todo o meu pelo, como que a dizer que não gosto daquela cor, só porque me faz lembrar o Loyd. E a Mme, Cacharel chamou a Alda e disse: Alda telefone para a Rosy, e marque com ela uma descoloração para a fifi. Sim Mme. Passados alguns minutos a Alda volta e diz: Mme. A descoloração está marcada para amanhã às 15 horas. – Mme. Dá-me licença? Vai mandar descolorar a fifi? Sim Alda. Mas a fifi fica tão bonita com essa cor. Mas a fifi não quer esta cor. Que pena.        

 


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

 

EU FIFI
Ao chegar junto a mim, começou a ir muito de vagar e quando me alcançou com a sua boca, deu-me umas lambidelas, tão meigas e tão doces, que eu até me regalei toda. Depois trocamos umas meiguices com as patas nos bigodes e mais umas carícias próprias de gatos que se querem, e ficamos a olhar um para o outro durante muito tempo. Eu não tenho experiência nestas coisas, mas parece que nunca tinha visto um gato tão meigo, tão coce e tão bonito. Depois de nos cheirarmos longamente, olhamo-nos bem nos olhos e eu notei que ele ficou caidinho por mim, e eu também por ele claro. Depois de estar-mos ali um tempão a contemplarmo-nos um ao outro, Ele pôs-me a pata sobre o meu lombo com meiguice e miou-me com uma doçura que eu não resisti. Saltei da árvore para um nicho que havia  no anexo ali junto da árvore ele seguiume E……Amámo-nos ali mesmo, foi a coisa melhor que aconteceu na minha vida, foi Tão bom e não me doeu nada, porque ele foi muito meigo comigo. Quando já estava-mos a dar as últimas lambidelas, surge ao longe um grito! FI FI ! ! ! Ficamos os dois à escuta: Depois eu mie-lhe ao ouvido: Vai-te embora que vem aí a Alda à minha procura. Ele, deu-me uma última lambidela e desceu com a  rapidez com que subiu, à arvore, dirigiu-se para a vedação, e depois de se certificar que estava em segurança tratou de subir a vedação e zaz prá rua. A Alda fartou-se de gritar por mim, mas eu não lhe respondi. Eu tinha que pensar bem se eu queria voltar para casa da Mme. Cacharel ou se queria seguir o meu amor escolhido por mim. Mas depois de muito pensar, deu-me a fome e comecei a lembrar-me: se vou a traz do meu amor o que vou comer hoje ao jantar? Será melhor eu tentar assumir a minha relação com ele perante a Mme. Cacharel. Depois logo se vê como ela reage.   

 


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Sábado, 13 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

http://br.youtube.com/watch?v=gvB_a8Zq5-g&feature=related

 

 

EU FIFI
Eu corria que nem uma perdida, e ao mesmo tempo a pensar onde me podia esconder sem ser vista. Olhei para uma árvore muito alta e frondosa que estava num canto da quinta, e pensei: É mesmo ali que eu me vou esconder e ninguém me vai encontrar. Subi a árvore e depois de estar bem alta, olhei para o chão e vi que já estava fora de perigo. Agora só tenho que me fazer surda quando ouvir chamar por mim. Ajeitei-me de forma a poder descansar da corrida que parecia não mais ter fim. Estava eu muito sossegadinha ao sol que entrava a medo pelos intervalos dos ramos, quando olho para a vedação e vejo o meu querido rafeiro, mais belo que nunca. Certifiquei-me de que ninguém estava na propriedade, me procurando e dei um mio muito meigo como que a chama-lo. E ele ouviu e ficou de orelha a fitada a ver se conseguia saber de onde vinha o mio. E eu voltei a miar como quem diz, estou aqui. O meu rafeirinho, ao certificar-se da direcção dos mios, correu em direcção ao canto onde estava a árvore que me escondia. Eu que estava cheia de saudades dele, fui descendo com muito cuidado até ele me ver bem. De repente vejo que ele está a tentar subir a vedação da quinta, para se introduzir dentro da quinta. Eu até tremi de alegria, ao ver a astúcia dele só para chegar perto de mim. Enquanto eu olhava a ver se alguém se aproximava no sentido de me encontrar, quando volto a olhar para ele, vi que já se encontrava dentro da quinta, e preparando-se para subir à árvore. Aí a minha emoção foi quase que incontrolável. Ele subiu com uma destreza que mais parecia um bandido, perseguindo o inimigo. 
                                                          

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 www.youtube.com/watch                                           

 

 
EU FIFI.
Estavam elas na conversa sobre a minha má experiência amorosa e toca a compaínha. A Alda dirigiu-se para a porta, e ao abrir viu que se tratava da Mme. Alpaca. A! Entre Mme. Que eu vou avisar a Mme. Cacharel. Não eu mesma vou ter com ela. Sim Mme. A Alda vei para junto da Albertine, e disse: Esta é a Mme. Alpaca. E aquela rapariga é a empregada dela, traz o cesto com o loid. Passados uns instantes, e veio a empregada, Esmeralda. E disse Alda e menina Albertine, por ordem da Mme. Cacharel venham as duas para a sala, e tragam a fifi. Eu tremi toda ao colo da Albertine. Agarrei-me à Albertine como quem diz, salva-me. Íamos a caminho da sala e começou a ouvir-se uma música muito bonita por sinal, que eu nunca tinha ouvido. E a Alda disse para a Albertine: Estás a ouvir o mesmo que eu? Sim, é a marcha nupcial. É mesmo Isto promete, e eu a cada momento mais nervosa. Ao entrar-mos na sala, estavam todos os convidados e a amme. Cacharel, mais o seu esposo Francisco. No meio da sala estava o loid. Preso por uma trela muito bonita. A Mme. Cacharel dirige-se para nós e disse Albertine! Agora tem que dispensar a nossa fifisinha, que vai ser apresentada ao Sr. Loid. E enquanto tudo se ia desenrolando a música continuava a tocar a marcha nupcial. Quando a Mme. Cacharel se preparou para me pegar, eu dei um mio que toda a gente se assustou, e até o loid, soprou de susto, e agarrei-me ao peito da Albertine e toda assanhada e de pelo iriçado, que até a Albertine estava assustada, e eu queria dizer-lhe que não se assustasse. A Mme. Cacharel foi junto da Mme. Alpacas cochicharam as duas e a Mme. Alpaca agarrou no loid e ia a dirigir-se para nós. Eu fixei os meus pés na cintura de Albertine e pulei para o chão e desatei a fugir, mas desta vez para bem longe, onde não me encontrassem.    

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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
Domingo, manhã cedo. Ao acordar e lembrar-me de que é Domingo, fiquei logo a tremer, depois pensei bem em tudo e sosseguei. Afinal para quê estar a sofrer por antecipação? O que tiver que ser será. Eram 10 horas quando a Alda me chamou! Fifgi! Eu respondi com um mio de tristeza. Ela ao ver-me disse: Fifisinha venha cá que está lá em casa uma pessoa que a quer ver. O meu coração pulou de alegria ao lembrar-me que devia ser a Albertine. Passamos pelo quarto da Alda e ela deu-me uma última penteadela, e fomos em direcção à sala de visitas. Mas não sem me recomendar; a fifi agora tem que ter muito cuidado para estar bonita logo quando o seu noivo vier. Aí fiquei logo com a certeza de que só podia ser a Albertine. Ao entrar-mos na sala a Albertine viu-me e chorou de alegria e de emoção. Mas que linda que está a minha fifizinha. Abraçou-me deu-me beijos como quem beija uma criança, eu nunca me tinha sentido tão querida. Ó minha fifizinha que bom vai ter um noivo. E eu dei um mio de tristeza e ao mesmo tempo de melancolia que a Albertine entendeu muito bem. A Albertine fixou a Alda nos olhos, e disse: A fifi, não vai querer o noivo. Eu  entendo-a lindamente, nós tinha-mos uma grande cumplicidade as duas. E Alda disse: Eu já desconfiava porque ela ficava triste e nervosa quando se falava do jofre. Sabe ela tem um trauma de um relacionamento amoroso mal sucedido. Pois quando se não tem sorte é muito mao. Foi uma coisa imposta e ela era muito novinha e focou traumatizada.    

 


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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

Eu Fifi
Sim vai ser, e eu espero que a Fifi e o Jofre se gostem muito, Eu debaixo da mesa de apoio ouvi e pensei, Não tenho nada contra ele, nem sequer o conheço, mas só a ideia de me ser imposto, já é suficiente para eu saber que não vou gostar dele. Só se ele for mesmo um autentico Príncipe. E a Mme. Já o conhece -Não mas tenho ouvido dizer que é muito bonito e que tem uma personalidade muito forte. -Ele será meiguinho? -Penso que sim. -Estou ansiosa para ver como eles se vão dar, disse a Hodet. -Tenho a certeza que se vão dar muito bem, a Fifi é nova e é bonita, e com o penteado que ela tem não há gato que lhe resista. – Pois mas, e a Fifi, será que vai gostar dele? A Fifi, vai ficar caídinha por ele quando o vir. Aquela conversa, não me estava a agradar nada, dei meia volta e fui para a minha casota dormir mais um bocado, era a única forma de eu deixar de pensar na minha amiga Alvertine. Como eu gostava de lhe perguntar como estava a macieira, sobre a qual dormi tantas sestas e observei tantas coisas, mas como ia eu fazer para ela perceber que eu queria saber essas coisas? Afinal só o prazer de a voltar a ver já é muito compensador para mim. E se o gato Jofre se atira a mim quando me vir assim tão bonita? Eu vou ter que estar sempre por perto da minha amiga Alvertine. Para me refugiar no colo dela se o matulão me atacar. Mas não ele não vai tomar essa atitude na frente de tanta gente. Mas só de pensar nessa possibilidade fico logo toda a tremer.     

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Sábado, 6 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM,

A todas as pessoas que habitualmente lêem a nossa amiga Luísa Adães. Fica esta informação: Na última hora, quando já não pensava voltar ao P. C. motivado por umas coisas que viu ma baixa Lisboeta ainda foi publicar, mais um último post. Vejam que vale a pena.
 
http://www.youtube.com/watch?v=nLlWZ1EB3p0&feature=related

 

 


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