Sexta-feira, 20 de Março de 2009

A AVENTURA

A PORTA DO CONHECIMENTO I
O menino já tinha 12 anos e nunca tinha saído a porta da sua pobre e humilde casa, porque o pai não autorizava. Um dia o rapaz perguntou ao pai: Pai eu nunca saí aquela porta para fora, mas gostava de sair, e ver o que se passa do outro lado da porta. E o Pai respondeu: Até aos 3 meses de idade tu saíste, porque a tua mãe te levava, mas a partir daí não. E porquê? Porque um pai só quer o melhor para para o seu filho. O pobre homem, tinha na sua ideia que as mulheres por cada minuto de alegrias que davam ao marido, davam-lhe logo de seguida uma hora de desgostos. Assim aconteceu com ele, enquanto a esposa foi viva. Pois passava as horas a dizer-lhe que queria um filho, mesmo sabendo que o marido não lhe podia dar um filho, pois um surto de papeira, o atingiu e o deixou estéril. Mas a mulher nunca conseguiu aceitar aquela noticia, dada pelo médico do planeamento, e por isso o atentava todos os dias que queria um filho. Um dia ela deixou de atentar o marido e apareceu grávida. O marido ao notar-lhe a barriga a crescer, perguntou o que se passa contigo? Ao que ela respondeu, a pesar de o médico dizer que tu não podias ser pai eu nunca me convenci e a prova está aqui.

publicado por Fisga às 09:00
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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2008

A AMADA SONHADA

A CONSAGRAÇÃO DE UM ESCRITOR

MIGUEL DE CERVANTES E SAAVEDRA

1547-1616

O cerne da questão resume-se a três incursões feitas em terras de Aragão e da Catalunha. O personagem principal da obra, é um fidalgo castelhano, que perdeu a razão pela leitura assídua de romances sobre cavalaria, em que pretende imitar os heróis por si criados através da leitura dos mesmos. Envolvendo-se assim numa série de aventuras fantasiosas, que acabavam sempre por ser desmentidas pela dura realidade dos factos. O verdadeiro nome deste personagem era, Alonso Quijano, e conhecido pelos vizinhos pelo BOM. Quando tinha já uma certa idade, começou a ler e a ganhar gosto pela leitura desses romances, e a sua loucura começa, quando ele resolve contar as histórias e façanhas indiscutíveis desses romances, aos seus dois grandes amigos, o cura e o barbeiro lá da Aldeia. Quejano ao ver que os amigos se riam dele, resolve investir-se dos ideais cavalheirescos de, amor, paz e justiça, e sai pelo mundo em luta por esses mesmos valores, vivendo assim o seu romance de cavalaria. Então escolhe um título para si mesmo, e apelida o cavalo que lhes serve de montada já bastante velho e magro, elege como sua dama uma camponesa imaginária supostamente oriunda da alta nobreza a quem deu o nome de Dulcineia de Tuboso.


publicado por Fisga às 18:26
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