Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Altas horas da noite comecei a sentir dores e dei conta que estava chegada a hora para nascerem os meus filhotes. O meu companheiro de dores e prazeres, lambia-me como que a confortar-me, na minha dor. Devia ser madrugada quando eu dei à luz, 5 rebentinhos tão lindos como o pai, todos saudáveis e bem nutridos, foi uma alegria para nós dois ficamos tão felizes, que parecia que mais nada nos faltava na vida. Logo de manhã a Albertine apareceu com comida para nós quando ela viu que eu já era mãe ela até pulou de contente. Deu-me muitos beijos e também deu os parabéns ao novo papá, que ficou todo babado também. A partir de agora vou despedir-me de todas as amigas e amigos que me apoiaram e me estimaram, dizendo para todos que estão no meu coração pelo bem que me fizeram, e pelo apoio que me deram. Quem sabe se eu um dia volto para mostrar a minha prol, que há de ser o meu orgulho se eu tiver sorte. Eu confio muito na Albertine, e na discrição dela para que ninguém saiba que nós aqui vivemos. Só sabe ela mais ninguém. Eu tive muita sorte na escolha do pai para os meus filhotes, e eles são a trombinha do pai o que me enche muito de orgulho, porque eu não sou uma gata qualquer, prezo-me de ser uma gata digna do nome que tenho. Fifi. ADEUS AMIGAS E AMIGOS.                                  FIM………………………………………….
 

 


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Domingo, 28 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Perante um caçador tão exímio em caçar ratos, eu não tinha razão para me preocupar com a alimentação. Então porque não ir atrás do meu eleito? Bom, eu tenho muita pena da Albertine, e do outro pessoal subalterno da mansão. Mas eu não posso viver a minha vida em função das outras pessoas, por muito que eu goste delas, e deixar de continuar a ser muito feliz com o meu rafeirinho. Mas também tenho o problema dos meus filhotes, eu quero que eles nasçam e cresçam num bom ambiente. Mas já sei o que fazer. Vou começar a treinar para saltar a vedação com facilidade. E vou começar a sair todos os dias para fora da cerca, e à noite regressamos os dois para dormir no anexo. E a Albertine vai me dar apoio quando os meus
Filhotes nascerem, e logo que os meus filhotes poderem ficar sozinhos no anexo eu vou também caçar para eles, e vou assim viver a minha vida, de liberdade e independência, na esperança de que a mme. Diplomata nunca descubra o meu esconderijo. Mas sem perder também o contacto com a Albertine. E cá vou eu para a cerca, treinar. Salto para fora, salto para dentro e estou quase mestra a pular a cerca. Amanhã vou desafiar o meu rafeirinho para uma incursão fora da cerca. E assim aconteceu. De manhã lá vou eu a caminho da cerca e zás para fora, o meu companheiro a trás de mim, fomos fazer uma grande caminhada e ele foi caçando uns ratitos para irmos comendo e assim passamos um dia em cheio.

 

 


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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
EPILUGO
Quando regressamos lá estava a Albertine à nossa espera, fez-nos uma grande festa e eu muito colada a ela e a miar baixinho e pela primeira vez a Albertine fez uma festinha ao meu rafeirinho que ficou todo babado por ter sido aceite pela minha protectora. Ela trouxe muito comer para nós mas a nossa fome não era nenhuma e não comemos, mas de manhã antes de sairmos comemos um bom bocado, lá fomos à semelhança do dia anterior. Entramos numa quinta que parecia estar abandonada. Percorremos a quinta toda, com todos os cuidados, pois não conhecíamos o terreno que estávamos a pisar. Junto a um canto da quinta encontramos um anexo, que parecia não ser penetrado por seres vivos há mais de um ano. Tinha teias de aranha por toda a porta e janelas, mas procuramos por todo o lado e não encontramos meio de poder entrar, eu subi ao telhado e vi que faltavam algumas telhas, chamei o meu parceiro e entramos no anexo, pelo telhado. Mas uma vez lá dentro, chegamos à conclusão que não tinha nada de interesse. Porque o pertenço anexo, não passava de uma casa de banho abandonada, onde o meu rafeirinho aproveitou para me mostrar que não é tão selvagem como parece, usando a sanita,  para fazer as necessidades. Saímos, demos mais umas voltas e regressamos ao nosso lar. Como íamos um pouco cansados dormimos uma grande sesta, só fomos acordados pela pobre da Albertine, a chamar por nós para nos dar o jantar.

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A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Perante um caçador tão exímio em caçar ratos, eu não tinha razão para me preocupar com a alimentação. Então porque não ir atrás do meu amor? Bom, eu tenho muita pena da Albertine, e do outro pessoal subalterno da mansão. Mas eu não posso viver a minha vida em função das outras pessoas, por muito que eu goste delas, e deixar de continuar a ser muito feliz com o meu rafeirinho. Mas também tenho o problema dos meus filhotes, eu quero que eles nasçam e cresçam num bom ambiente. Mas já sei o que fazer. Vou começar a treinar para saltar a vedação com facilidade. E vou começar a sair todos os dias para fora da cerca, e à noite regressamos os dois para dormir no anexo. E a Albertine vai me dar apoio quando os meus filhotes nascerem, e logo que os meus filhotes poderem ficar sozinhos no anexo eu vou também caçar para eles, e vou assim viver a minha vida, de liberdade e independência, na esperança de que a mme. Diplomata nunca descubra o meu esconderijo. E cá vou eu para a cerca, treinar. Salto para fora, salto para dentro e estou quase mestra a pular a cerca. Amanhã vou desafiar o meu rafeirinho para uma incursão fora da cerca. E assim aconteceu. De manhã lá vou eu a caminho da cerca e zás para fora, o meu companheiro a trás de mim, fomos fazer uma grande caminhada e ele foi caçando uns ratitos para irmos comendo e assim passamos um dia em cheio.
 

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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

 

EU FIFi
A Albertine conduziu-nos para o anexo e fez uma caminha muito agradável e macia, disse: Fiquem aqui que eu vou buscar a vossa papinha. Passado pouco tempo a Albertine voltava com duas tigelas de leite com sopas de trigo. E disse: Hoje tem que ser assim, não há peixe, mas amanhã já se arranja um peixinho para vocês se deliciarem.
Comemos e ficamos bem, mesmo não sendo o nosso manjar preferido. No dia seguinte, não esperamos pelo pequeno almoço, saímos logo cedo p+ara dar uma volta pela cercania da casa, eu já tinha saudades da minha amiga macieira, onde aprendi tantas coisas e vi outras que não veria se não subisse à macieira. Estava eu muito descansada a saborear o prazer de estar um pouco sobre a macieira, quando vejo o meu ídolo, a caçar um bom rato, uma coisa que eu nem sonhava como se fazia. Depois de o matar foi levar-mo a onde eu estava e pô-lo junto de mim e miou baixinho como que a dizer-me como que é muito bom. Mas eu nunca tinha comido rato, como eu não liguei, ele pega no rato com as patas e começou a come-lo. Quando veio o cheiro do rato ao meu nariz, confesso que me apeteceu provar, miei para ele e logo ele todo pronto me entregou o rato que eu com alguma repugnância provei e gostei muito. O meu amigo desceu da macieira para o chão e pouco tempo era passado já ele tinha outro rato na boca.  

 


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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

http://sorisomail.com/email/2076/caes-e-gatos-engracados.html

 

EU FIFI
A leiteira começou a andar e nós a segui-la. Quando chegamos à mansão da Mme. Diplomata, a leiteira tocou a sineta e a Albertine apareceu, ao verme ficou sem palavras: Olhou para a leiteira que lhe disse: Encontrei-os no caminho, vi que estavam cheios de fome, dei-lhe leite e de seguida trouxe-os para aqui, agora não sei o que a Albertine quer fazer com eles. Eu vou contar à Mme. Diplomata o que se passa. Eu ao ouvir isto dei um forte mio e desatei a correr, para fugir das garras da Mme. Diplomata. A Albertine ao ver a minha atitude, gritou: fifi! Venha cá que eu não digo nada à Mme. Diplomata. Eu parei e o meu companheiro parou junto de mim, a Albertine abeirou-se de mim e disse: O que é que se passou fifi? Eu miei para ela, olhei para o meu gatão e virei-me de barriga para cima, ela ao ver as minhas mamas já crescidas disse: Ó fifi, tu estás grávida? Eu miei para ela, que me disse. O que vai a Mme. Dizer quando souber disto? Eu pus-me de pé muito rapidamente e fiz como que ia voltar a fugir, mas a Albertine disse: espera fifi, eu não digo nada à Mme. Vou levar-te para o anexo e fazer uma caminha muito boa para ti e para o teu amigo, que suponho é o pai dos teus filhotes. Eu miei muito meiga e olhei para ela como quem diz. Faz isso por nós.   

 


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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
A Alda ao ver a minha barriga, gritou por Mme. Cacharel, e disse: A fifi, está grávida. – Não é possível, se ela nem junto do Loyd chegou! Não é do Loyd, é do rafeiro que nós vimos ao portão com ela naquele dia que vinha-mos das compras. – Eu não posso querer. E agora? Mme. – Agora? Essas crias não podem nascer, ou então, mal elas tenham nascido vão ter que morrer. Ai! Mme. Não diga isso. Eu ia ouvindo muito calminha mas a magicar, já a forma de garantir que a Mme. Cacharel, iria deixar de me ver mais dentro de poucos dias. No dia seguinte, logo após o pequeno almoço, fui correndo para a vedação, a ver se lá estava quem eu queria que estivesse. E por sorte minha lá estava o meu rafeirinho, que tanto me queria que passava ali os dias esperando por mim. Mal o vi, corri para a vedação e tentei subir, foi muito difícil, mas consegui, na esperança de ir com ele para casa dele, mas cheguei à triste conclusão que ele nem só era rafeiro como era também vadio. Fiquei muito assustada, e a pensar, e agora como vai ser. E logo me lembrei da Albertine. E se eu tentasse encontrar a Albertine? Ela ia-me acolher em sua casa. Mas. E a Mme. Diplomata? E como descobrir o caminho para a casa da Albertine? Ia eu a pensar nestes problemas todos que me apareceram de uma só vez, Eis senão quando vejo a Leiteira que costumava ir levar o leite lá à quinta da Mme. Diplomata. Corri para ela a miar e ela mal me viu chamou-me anda cá fifi, queres um pouquinho de leite? Eu miei para ela. O meu companheiro de armas, sempre a seguir-me. Chegou junto de mim e também bebeu uma pinguinha de leite que tão bem nos soube, depois de tanto andar sem descansar. Depois de beber-mos o leite a Leiteira disse-me. Ó fifi tu queres ir encontrar-te com a Albertine? Eu em sinal de agradecimento juntei-me a ela e esfregando-me nas pernas dela como a agradecer-lhe a sua oferta.      

 


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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
A Mme. Cacharel, retirou-se ordenando à Alda que tratasse de mim. A Alda abeirou-se de mim e disse: Então minha fifizinha, por onde você andou para se esconder do Loyd? E eu comecei a miar e a dirigir-me para o portão da quinta para ver se por lá estava a meu amor. E ao chegar vejo ele sentado do lado de fora do portão. Ao ver-me pulou de contentamento e eu comecei a miar-lhe como que a dizer-lhe. Podes saltar que a Alda não te faz mal. Ele saltou e correu para mim, começando a lamber-me com todo o carinho, e eu comecei também a lambe-lo. A Alda ao ver-nos assim tão carinhosos um com o outro, deu um grito e disse: Ai que eles estão apaixonados, e correu para me apanhar, mas eu fugi e ela chamou-me dizendo: Anda cá que eu não te faço mal. Mas nós corremos tanto que ela nos perdeu de vista, e só paramos em cima da árvore do nosso segredo. A pobre Alda correu a quinta toda a chamar por mim, mas eu nem miei, nem apareci. Mas junto à noite apareci a miar à porta da cozinha. E nisto a porta abre-se: Era o motorista. O Michel: Olha quem está aqui, a dona fifi. Veio logo a Odete, a ajudante de cozinha e disse: Se o Sr. Michel não se em, importa-se ia dizer à Alda que a fifi já apareceu, porque ela anda na quinta a ver se a encontra. Eu vou já avisar. Foi uma tarde para Esquecer a toda gente daquela casa, tudo por minha causa, mas eu só queria que toda a gente percebesse, que eu sabia bem o que queria. A Alda chegou, e começou a falar comigo e a fazer-me festas. Eu aproveitei para me deitar de costas no chão e expor a minha barriga, para que a Alda visse que eu estava a ficar com as minhas mamas mais crescidas e luzidias, era sinal que eu tinha ficado de esperanças, naquele dia que tinha estado com o meu rafeirinho. Eu não podia esperar mais para ser mamã, e também não descansava enquanto não me encontrasse com o meu rafeirinho, para lhe dar a notícia de que estava em estado interessante desde que tínhamos estado juntos.

 


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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

EU FIFI
Aguentei por ali mais um bocado, deitado ao sol, saboreanda o prazer recente do meu encontro com o meu adorado rafeiro. Quando o sol desapareceu fui para junto da casa esperando que alguém visse, e me conduzisse para casa. Quando eu menos esperava, vi a Mme. Cacharel aparecer na varanda do primeiro andar a chorar, mal me viu correu para mim a gritar em desespero total: Ó minha fifiazinha por onde é que você andou que foi procurada por todo o lado e ninguém a viu? Venha cá, e conte à sua amiguinha Cacharel, o que se passou e por onde andou. Eu apressei-me a correr para ela miando muito meigamente e ela perguntou-me: Então conte para mim, porque você fugiu quando viu o seu amigo loyd? Ele ficou tão triste, ao ver você fugir. Você não gostou dele? Ele é tão charmoso, eu dei-lhe um mio moderado a forte, como que a dizer-lhe: Mas eu não gosto dele. A Mme. Pareceu-me que entendeu e disse: A! Minha fifi não gosta dele, mas nós vamos encontrar um bichano muito bonito de que a fifi vai gostar com certeza. Nessa altura eu deitei-me no chão e comecei a lamber todo o meu pelo, como que a dizer que não gosto daquela cor, só porque me faz lembrar o Loyd. E a Mme, Cacharel chamou a Alda e disse: Alda telefone para a Rosy, e marque com ela uma descoloração para a fifi. Sim Mme. Passados alguns minutos a Alda volta e diz: Mme. A descoloração está marcada para amanhã às 15 horas. – Mme. Dá-me licença? Vai mandar descolorar a fifi? Sim Alda. Mas a fifi fica tão bonita com essa cor. Mas a fifi não quer esta cor. Que pena.        

 


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 

 

EU FIFI
Ao chegar junto a mim, começou a ir muito de vagar e quando me alcançou com a sua boca, deu-me umas lambidelas, tão meigas e tão doces, que eu até me regalei toda. Depois trocamos umas meiguices com as patas nos bigodes e mais umas carícias próprias de gatos que se querem, e ficamos a olhar um para o outro durante muito tempo. Eu não tenho experiência nestas coisas, mas parece que nunca tinha visto um gato tão meigo, tão coce e tão bonito. Depois de nos cheirarmos longamente, olhamo-nos bem nos olhos e eu notei que ele ficou caidinho por mim, e eu também por ele claro. Depois de estar-mos ali um tempão a contemplarmo-nos um ao outro, Ele pôs-me a pata sobre o meu lombo com meiguice e miou-me com uma doçura que eu não resisti. Saltei da árvore para um nicho que havia  no anexo ali junto da árvore ele seguiume E……Amámo-nos ali mesmo, foi a coisa melhor que aconteceu na minha vida, foi Tão bom e não me doeu nada, porque ele foi muito meigo comigo. Quando já estava-mos a dar as últimas lambidelas, surge ao longe um grito! FI FI ! ! ! Ficamos os dois à escuta: Depois eu mie-lhe ao ouvido: Vai-te embora que vem aí a Alda à minha procura. Ele, deu-me uma última lambidela e desceu com a  rapidez com que subiu, à arvore, dirigiu-se para a vedação, e depois de se certificar que estava em segurança tratou de subir a vedação e zaz prá rua. A Alda fartou-se de gritar por mim, mas eu não lhe respondi. Eu tinha que pensar bem se eu queria voltar para casa da Mme. Cacharel ou se queria seguir o meu amor escolhido por mim. Mas depois de muito pensar, deu-me a fome e comecei a lembrar-me: se vou a traz do meu amor o que vou comer hoje ao jantar? Será melhor eu tentar assumir a minha relação com ele perante a Mme. Cacharel. Depois logo se vê como ela reage.   

 


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Sábado, 13 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

http://br.youtube.com/watch?v=gvB_a8Zq5-g&feature=related

 

 

EU FIFI
Eu corria que nem uma perdida, e ao mesmo tempo a pensar onde me podia esconder sem ser vista. Olhei para uma árvore muito alta e frondosa que estava num canto da quinta, e pensei: É mesmo ali que eu me vou esconder e ninguém me vai encontrar. Subi a árvore e depois de estar bem alta, olhei para o chão e vi que já estava fora de perigo. Agora só tenho que me fazer surda quando ouvir chamar por mim. Ajeitei-me de forma a poder descansar da corrida que parecia não mais ter fim. Estava eu muito sossegadinha ao sol que entrava a medo pelos intervalos dos ramos, quando olho para a vedação e vejo o meu querido rafeiro, mais belo que nunca. Certifiquei-me de que ninguém estava na propriedade, me procurando e dei um mio muito meigo como que a chama-lo. E ele ouviu e ficou de orelha a fitada a ver se conseguia saber de onde vinha o mio. E eu voltei a miar como quem diz, estou aqui. O meu rafeirinho, ao certificar-se da direcção dos mios, correu em direcção ao canto onde estava a árvore que me escondia. Eu que estava cheia de saudades dele, fui descendo com muito cuidado até ele me ver bem. De repente vejo que ele está a tentar subir a vedação da quinta, para se introduzir dentro da quinta. Eu até tremi de alegria, ao ver a astúcia dele só para chegar perto de mim. Enquanto eu olhava a ver se alguém se aproximava no sentido de me encontrar, quando volto a olhar para ele, vi que já se encontrava dentro da quinta, e preparando-se para subir à árvore. Aí a minha emoção foi quase que incontrolável. Ele subiu com uma destreza que mais parecia um bandido, perseguindo o inimigo. 
                                                          

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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 www.youtube.com/watch                                           

 

 
EU FIFI.
Estavam elas na conversa sobre a minha má experiência amorosa e toca a compaínha. A Alda dirigiu-se para a porta, e ao abrir viu que se tratava da Mme. Alpaca. A! Entre Mme. Que eu vou avisar a Mme. Cacharel. Não eu mesma vou ter com ela. Sim Mme. A Alda vei para junto da Albertine, e disse: Esta é a Mme. Alpaca. E aquela rapariga é a empregada dela, traz o cesto com o loid. Passados uns instantes, e veio a empregada, Esmeralda. E disse Alda e menina Albertine, por ordem da Mme. Cacharel venham as duas para a sala, e tragam a fifi. Eu tremi toda ao colo da Albertine. Agarrei-me à Albertine como quem diz, salva-me. Íamos a caminho da sala e começou a ouvir-se uma música muito bonita por sinal, que eu nunca tinha ouvido. E a Alda disse para a Albertine: Estás a ouvir o mesmo que eu? Sim, é a marcha nupcial. É mesmo Isto promete, e eu a cada momento mais nervosa. Ao entrar-mos na sala, estavam todos os convidados e a amme. Cacharel, mais o seu esposo Francisco. No meio da sala estava o loid. Preso por uma trela muito bonita. A Mme. Cacharel dirige-se para nós e disse Albertine! Agora tem que dispensar a nossa fifisinha, que vai ser apresentada ao Sr. Loid. E enquanto tudo se ia desenrolando a música continuava a tocar a marcha nupcial. Quando a Mme. Cacharel se preparou para me pegar, eu dei um mio que toda a gente se assustou, e até o loid, soprou de susto, e agarrei-me ao peito da Albertine e toda assanhada e de pelo iriçado, que até a Albertine estava assustada, e eu queria dizer-lhe que não se assustasse. A Mme. Cacharel foi junto da Mme. Alpacas cochicharam as duas e a Mme. Alpaca agarrou no loid e ia a dirigir-se para nós. Eu fixei os meus pés na cintura de Albertine e pulei para o chão e desatei a fugir, mas desta vez para bem longe, onde não me encontrassem.    

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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

EU FIFI
Domingo, manhã cedo. Ao acordar e lembrar-me de que é Domingo, fiquei logo a tremer, depois pensei bem em tudo e sosseguei. Afinal para quê estar a sofrer por antecipação? O que tiver que ser será. Eram 10 horas quando a Alda me chamou! Fifgi! Eu respondi com um mio de tristeza. Ela ao ver-me disse: Fifisinha venha cá que está lá em casa uma pessoa que a quer ver. O meu coração pulou de alegria ao lembrar-me que devia ser a Albertine. Passamos pelo quarto da Alda e ela deu-me uma última penteadela, e fomos em direcção à sala de visitas. Mas não sem me recomendar; a fifi agora tem que ter muito cuidado para estar bonita logo quando o seu noivo vier. Aí fiquei logo com a certeza de que só podia ser a Albertine. Ao entrar-mos na sala a Albertine viu-me e chorou de alegria e de emoção. Mas que linda que está a minha fifizinha. Abraçou-me deu-me beijos como quem beija uma criança, eu nunca me tinha sentido tão querida. Ó minha fifizinha que bom vai ter um noivo. E eu dei um mio de tristeza e ao mesmo tempo de melancolia que a Albertine entendeu muito bem. A Albertine fixou a Alda nos olhos, e disse: A fifi, não vai querer o noivo. Eu  entendo-a lindamente, nós tinha-mos uma grande cumplicidade as duas. E Alda disse: Eu já desconfiava porque ela ficava triste e nervosa quando se falava do jofre. Sabe ela tem um trauma de um relacionamento amoroso mal sucedido. Pois quando se não tem sorte é muito mao. Foi uma coisa imposta e ela era muito novinha e focou traumatizada.    

 


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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

Eu Fifi
Sim vai ser, e eu espero que a Fifi e o Jofre se gostem muito, Eu debaixo da mesa de apoio ouvi e pensei, Não tenho nada contra ele, nem sequer o conheço, mas só a ideia de me ser imposto, já é suficiente para eu saber que não vou gostar dele. Só se ele for mesmo um autentico Príncipe. E a Mme. Já o conhece -Não mas tenho ouvido dizer que é muito bonito e que tem uma personalidade muito forte. -Ele será meiguinho? -Penso que sim. -Estou ansiosa para ver como eles se vão dar, disse a Hodet. -Tenho a certeza que se vão dar muito bem, a Fifi é nova e é bonita, e com o penteado que ela tem não há gato que lhe resista. – Pois mas, e a Fifi, será que vai gostar dele? A Fifi, vai ficar caídinha por ele quando o vir. Aquela conversa, não me estava a agradar nada, dei meia volta e fui para a minha casota dormir mais um bocado, era a única forma de eu deixar de pensar na minha amiga Alvertine. Como eu gostava de lhe perguntar como estava a macieira, sobre a qual dormi tantas sestas e observei tantas coisas, mas como ia eu fazer para ela perceber que eu queria saber essas coisas? Afinal só o prazer de a voltar a ver já é muito compensador para mim. E se o gato Jofre se atira a mim quando me vir assim tão bonita? Eu vou ter que estar sempre por perto da minha amiga Alvertine. Para me refugiar no colo dela se o matulão me atacar. Mas não ele não vai tomar essa atitude na frente de tanta gente. Mas só de pensar nessa possibilidade fico logo toda a tremer.     

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

A MINHA VIDA COM

 
EU Fifi
Quando me viu, eu notei que não me conheceu, estava habituado a ver-me de outra cor. Eu corri para a rede e eu dei um mio para ele, e aí sim ele conheceu-me, primeiro ficou espantado e depois alegre empinou-se à rede a miar como que dizia, eu quero-te cheirar. Eu abeirei-me da rede, encostei o meu nariz junto de um buraquinho da rede e cheiramo-nos afectuosamente. Foi um momento inexplicável. Aquele gato desde o primeiro minuto inspirou-me confiança, eu senti logo que queria ter a linda prol com ele. Eu via nele que ia ser muito meiguinho comigo como não podia-mos fazer mais nada, ele metia a patinha dele por um buraco da rede e acariciava o meu pelo e eu fazia o mesmo, e sentíamos como que uma grande felicidade. Estava-mos nós neste jogo de carícias quando oiço a Alda gritar: Fifi! Fifi! Não respondi, Fui-me afastando e caminhando em direcção a casa sem que ela me visse, e quando já estava perto de casa, é que comecei a miar alto como que a responder ao chamado dela. Quando ela me ouviu miar foi logo a correr em direcção a mim e disse: Fifisinha! Você não pode andar por ai assim de qualquer maneira, porque estraga o penteado e depois fica feia, para amanhã. Eu miei junto dela como que a pedir-lhe desculpa, e ela disse venha cá tem que ir comer algo porque já é hora de almoçar. E pegou-me ao colo. Eu ía ao colo dela e não me saía da ideia a cara de satisfação do meu gato ao verme parecia uma pomba branquinha, só era pena que aquela cor do meu pelo não era natural, mas mesmo assim eu gostava dela, afinal o branco era sinónimo de pureza.

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