Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

QUANDO EU PENSO

 

  

 NAS MINHA HORAS
Nas minhas horas de tristeza,
Faço apelo á natureza,
Que me faça companhia.
Que me dê essa leveza,
Que tanto amo e adoro,
Até mesmo quando choro,
Às vezes é de alegria.
 
Quase sempre me sai errado
O meu plano traçado,
Para poder ser mais feliz
Porque eu sou uma criança,
Que ainda alimenta a esperança,
De um dia vir a bonança,
E eu ser  mesmo feliz.
 
Logo de  bem pequenino,
E  mesmo não sendo menino,
Pensei  ser alguém um dia,
Basta que a vida me sorria.
E me dê a garantia,
Que todos temos direito a um  ninho.
 
 Um ninho de pétalas e plumas,
Qual pássaro abandonado,
Triste só e desgraçado,
Em águas mansas e espumas,
 
Que no mundo anda Perdido.
E no alto mar, Esquecido
À procura de encontrar,
O sonhado porto de abrigo.
 
Eu que queria estar contigo,
Partilhando Um grande amor.
Se tu estivesses comigo,
Vivendo um sonho dourado.
Por nós vivido e partilhado,
Desde o nascer ao sol por.
 
Do mundo sempre escondidos,
Para não sermos reprimidos,
Pelo nosso amor secreto,
E para ninguém falar,
 Continuaríamos a estar,
 Cada um sob o seu teto.
Autor, Eduardo Gonçalves. (fisga)
 
 
 

publicado por Fisga às 07:00
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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

RETALHOS DE UMA VIDA.

NAS MINHAS HORAS

Nas minhas horas de tristeza, Faço apelo á natureza,
Que me faça companhia.
Que me dê essa leveza, que tanto amo e adoro,
Até mesmo quando choro, às vezes é de alegria.
Quase sempre me sai errado o meu plano traçado,
Para poder ser mais feliz,
Mas eu sou uma criança, que ainda alimenta a esperança,
De um dia vir a bonança, e eu virar mesmo petiz.
Um petiz bem pequenino, que mesmo não sendo menino,
Pode ser alguém um dia, basta que a vida me sorria.
E me dê a garantia, que todos temos direito ao ninho.
Um ninho de pétalas e plumas, de águas mansas e espumas,
Qual pássaro abandonado, triste só e desgraçado,
Que no mundo anda Perdido.
E no alto mar, Esquecido à procura de encontrar,
O sonhado porto de abrigo.
 Eu que queria estar contigo, se tu estivesses comigo,
Partilhando Um grande amor. Vivendo um sonho dourado.
Por nós vivido e partilhado, desde o nascer ao sol por.
Do mundo sempre escondidos, para não sermos reprimidos,
Pelo nosso amor secreto,
E para ninguém ter do que falar, continuaríamos sempre a a estar,
 Cada um sob o seu teto.
Autor, Eduardo Gonçalves. (fisga)

 


publicado por Fisga às 21:28
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