Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

ODISSEIA NA TERRA

A PRIMEIRA VIAGEM

Não passava pela cabeça ao miúdo os perigos a que se estava a expor, os seus oito anos de idade não lhe permitiam ter consciência disso. Eram mais ou menos quatro horas da manhã de um dia que iria despontar por volta das sete horas, mas fazia um luar bastante claro, quando o rapazinho se meteu à estrada com dois bois de três anos de idade atrás dele, para percorrer doze quilómetros de estrada de quinta categoria, por um deserto no mínimo assustador, às oito horas da manhã tinha que estar na feira com os bois. Tinha andado já mais de duas léguas (10 quilómetros), quando ouviu um trepidar estranho mas depressa se deu conta que se tratava do trotear de um cavalo, o cavaleiro ao aproximar-se de dele viu que se tratava de um miúdo e não hesitou em pregar-lhe um grande susto. Então resolveu acelerar o andamento do cavalo, mas ao passar pelo miúdo, azar dos azares, assustou os bois que o levaram de rastos pelo chão mais de vinte ou trinta metros. Deixando-o num estado lastimoso. Quando chegou à feira pergunta do patrão: Então rapaz o que é que te aconteceu? E o miúdo com medo de ser albo de escárnio, disse: Fui eu que adormeci a andar e cai Embora pouco convencido o patrão, desvalorizou o caso dizendo: É a cair é que se aprende, andar de pé. Engraçada foi a forma que o miúdo encontrou de ocultar aquilo que lhe parecia ser uma desonra. Era assim que pensava um miúdo de oito anos, filho de um pai que alem de viúvo era pouco presente.            

 

 

 

 

 

 

 


publicado por Fisga às 17:58
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

GEOGRAFIA

 

GEOGRAFIA

Estrelas

Vou dar por terminada esta abordagem à Geografia sem que alguma vês tenha falado da matemática sabendo no entanto que a Geografia sem ela não seria nada. Daqui as minhas desculpas à Matemática e aos seus pais. Ainda há poucos anos encontravam-se catalogadas já trinta mil estrelas, as quais haviam já sido fotografadas. As estrelas são corpos celestes, que têm luz própria, os quais se encontram designados por 17 grandezas diferentes. O Sol é uma estrela de sexta grandeza, as outras maiores, parecem mais pequenas por se encontrarem bastante mais longe de nós do que o Sol. A estrela maior de todas é a estrela Sírio ou Sirius e pertence à constelação de Cão maior – A segunda maior, é cano pus e pertence à constelação nau argo, (Nota parece-me que esta estrela tal como a sua constelação não são visíveis em Portugal). – A terceira é Alfa e pertence à constelação de centauro. Em quarto lugar vem a Arturos da Constelação de Boeiro. Em quinto vem a Cabra da constelação de cocheiro. Em sexto lugar vem a Vega e pertence à constelação de Lira. E assim sucessivamente. Por agora vou abandonar as ciências mas não vou abandonar a escrita. Até breve.

publicado por Fisga às 19:13
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Terça-feira, 20 de Novembro de 2007

GEOGRAFIA

GEOGRAFIA – I

METODOS GEOGRAFICOS

As ferramentas Principais com as quais se trabalha em geografia são:

Documentos ou Livros, Cartas Geográficas, Cartas Topográficas, Mapas Corográficos, Cartas Hidrográficas e Cartas Astronómicas entre outras. Vou dar inicio aos meus exercícios falando de:

Como determinar um lugar na terra? A determinação de um lugar pode ser, (APROXIMADA OU RIGOROSA:) Aproximada quando se usa o método da orientação, que consiste em ter como ponto de referência o Horizonte, também conhecido por Oriente, Leste, Levante, Este ou simplesmente Nascente, ponto onde nasce o Sol, E que nos fica no lado esquerdo quando estamos virados para o Sul. E se não houver Sol? Quem não se lembra da forma pela qual se determina o lado do nascente? Olhando para as cascas das árvores que normalmente se encontram mais escuras na direcção compreendida entre o Nascente e o Sul? A fiabilidade desta determinação funciona no sentido inverso ao da facilidade, ou seja, é muito fácil e pouco eficaz:

A determinação rigorosa, é mais trabalhosa mas a sua percentagem de erro é entre alguns centímetros e alguns metros poucos. Não vou falar do que não conheço Por isso irei falar da geografia elementar, a geografia que eu estudei.


publicado por Fisga às 17:14
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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

INFORMAÇÃO

INFORMAÇÃO

 

Enquanto me fui documentando sobre o que acabei de escrever (Historia,) encontrei lagunas poucas, pontas soltas sobre uma matéria que me é muito grata. Estou a falar de geografia. Ou não fosse por ela que  dei inicio ao meu trabalho. Quando me decidi fazer uma reciclagem do pouco que aprendi, faz já uns anitos. Peço desculpa a quem eventualmente me possa ler, mas como eu disse no princípio, o meu objectivo principal é avivar a minha própria memória, independente disso se alguém me ler e isso lhe der algum prazer ficarei feliz por essas pessoas.Também quero dizer que não irei abordar a geografia profunda, mas sim a geografia elementar, ou seja a geografia que eu estudei no meu curso industrial, já  que para a geografia mais desenvolvida  temos a wkipédia hoje assecivel á maioria dos portugueses interessados.

    

 


publicado por Fisga às 18:40
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HISTÓRIA

HISTÓRIA TOMO XIII

1095- Dá-se o casamento de D. Henrique com Da. Teresa ou (Da.Tareja) como era conhecida, e em simultâneo, dá-se também início ao Condado Portucalense.

1095-1112- D. Henrique que obtivera do sogro a permissão de soberania absoluta sobre os territórios conquistados aos Infiéis, conquista a estes o condado de Coimbra que acrescenta ao seu comando cuja capital era Guimarães. Foi muito hábil a politica de D. Henrique, por morte de Afonso VI. Neste espaço de tempo, mais concretamente em 1109 – Nasce D. Afonso Henriques,

1112- Morre o conde D. Henrique. E D. Teresa sua mulher toma as rédeas do governo. Tinha D. Afonso Henriques 3 anos de idade. A partir desta data, comessa a Historia de Portugal, tal como a conhecemos. Assim sendo: Vou abandonar poraqui este espasso dedicado ás minhas buscas e rebuscas sobre História passada próxima, antes do inicio da nossa própria História, de Portugal. Voltarei dedicando-me a outro/s tema/s, logo que possível.


publicado por Fisga às 18:01
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Domingo, 4 de Novembro de 2007

HISTÓRIA TOMO V

HISTÓRIA TOMO V

133ª 476DC. Os Romanos promovem na Península, transformada em uma das muitas Províncias do Império Romano, uma notável acção civilizadora (Romanização) Já empreendida por Sertório na Lusitânia e agora ali também continuada por eles: Desenvolvimento da Industria (cerâmica, ferro Etc.) Construção de pontes, viadutos, estradas militares, fontes Etc.) Fundação dos municípios, das colónias e outras instituições politica, abertura de escolas e introdução da língua latina, onde a língua portuguesa teve a sua origem, religião politeísta até ao advento do Cristianismo, (disse-se que S. Paulo que veio Pregar á Ibéria), Etc. Etc. A obra civilizadora dos Romanos (chamada Romanização) foi altamente benéfica, promovendo a adopção dos usos, costumes e instituições Romanos, com a modificação profunda da economia, cultura e administração da Península.Mais dados em A PROVINCIA DA LUSITÂNIA 


publicado por Fisga às 17:44
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Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

HISTÓRIA TOMO II

HISTÓRIA  TOMO II

 

1400.1200AC A vinda dos Celtas (Da Gália) introdução da cultura do ferro e construção de castros ou citânias (povoações fortificadas) abundantes no norte de Portugal. Fusão com os Iberos, vindo assim a dar os Celtiberos.

1200AC. Vinda dos Fenícios (povo de navegadores e comerciantes) á península, á procura de metais para as suas já notáveis indústrias e fundação pelos mesmos de numerosas colónias comerciais ou feitorias no litoral da Ibéria; alaga (malacha) á época, Cádiz (gadir ou gades), Sevilha (Hispalis), Etc.

700Ac. Vinda dos Gregos (povo ilustríssimo e também de comerciantes) á península onde fundam, várias colónias ou feitorias: Sagunto (no litoral mediterrânico), Alcácer do Sal (no litoral do Atlântico), Etc.

publicado por Fisga às 17:44
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HISTÓRIA TOMO I

HISTÓRIA TOMO I

Tempos pré-históricos da ibéria e da Lusitânia

Habitantes primitivos da península Ibérica

Península: pene = a quase, insula = a Ilha

Península = a quase ilha.

Em 500.000AC. os habitantes da Ibéria eram os trogloditas e outros. Idade da pedra na península.

72.000AC. Tribos de caçadores e de pescadores, conhecedores do fogo, mas ainda não agricultores, fixam-se no vale do Tejo, (Paul de magos e ribeira de muge Etc.)

12.000A 2.300AC. Período mesolítico da Ibéria. Vida social elevada; relações marítimas com regiões do norte atlântico (Bretanha e Irlanda Intercambio cultural) Aparecimento das primeiras Antas ou Dólmenes.

2300A 1900AC. Começam as chamadas culturas Peninsulares diferenciadas. Cultura Pirenaica, Cultura de Alméria, Cultura central e Cultura Megalítica Portuguesa (Cultura das Antas ou Dólmenes: monumentos funerários ou megalíticos; civilização original diferenciada das que predominavam no resto da Península, fazendo supor vida social muito elevada.

1.900-1.400AC. Primeiros povoadores ou colonizadores da Ibéria: Ligures (vida ainda desconhecida) E Iberos (vindos do norte de África ou da Gália e fixados nas margens do Ebro ou Iverus).  

 


publicado por Fisga às 17:40
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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

PALEONTOLOGIA

 

AINDA SOBRE AS PROVAS DO TRASFORMISMO

PALEONTOLÓGICO

 

                                                                  Foi também possível reconstituir os antepassados do cavalo e do elefante; O primeiro,desde o mio cénico, e, o segundo, desde o Eocénico. O Archeopteryx, com penas, dentes, e dedos alongados, com garras, e cauda, com vértebras tem organização mista de ave e de réptil, tendo interesse, Por ser um tipointermediário misto.Argumentos pela anatomia comparada: (a)- O estudo da anatomia comparada, dos animais de cada tipo ou mesmo de tipos diferentes, mostra que eles são constituídos, segundo um plano fundamental, comum.(b)- Os órgãos rudimentares são também um argumento a favor da teoria evolucionista. Argumentos Embriológicos- ou – Embriogénicos: São os argumentos com provas dadas pela embriologia.


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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

PALEONTOLOGIA (A EVOLUÇÃO DOS SERES)

O TRANSFORMISMO NA PALEONTOLOGIA III

 

Argumentos Paleontológicos I -De uma forma geral, vê-se que os seres mais simples surgiram primeiro, e depois surgiram os mais complexos, isto é o que se pensa que aconteceu sobre o aparecimento da espécie biológica ou seja a evolução das espécies do mais simples para o mais complicado, chamado também de evolução do inferior para o Superior Embora tenham desaparecido restos de seres vivos muito simples, Que nos levam a supor que a sua consistência era muito mole, ou os sítios onde fossilizaram, por efeitos da erosão ou de outro fenómeno qualquer. deu origem a que poucos vestigios ficassem No caso concreto dos equídeos é muito difícil reconstituir a sua série Genealógica. A redução do número de dedos nestes animais em princípio de cinco, é atribuída a uma adaptação destas espécies equídeas (cavalos e seus parentes próximos). III Se bem que, poucas foram as vezes em que os fósseis permitiram acompanhar as formas de transição entre aves e répteis mesmo assim foram muito valiosas algumasdelas. Exemplo o archeopteryx. Entre aves e repteis.


publicado por Fisga às 18:48
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