Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

PARTIDAS DO DESTINO V

A ANEDOTA

Para descomprimir, resolvi contar uma anedota. Resolvi contar uma anedota, porque eu e as anedotas damo-nos bem porque eu também sou da família. E não é para me gabar, mas eu gosto muito delas somos muito amigos temos uma grande cumplicidade. Então É assim, dois amigos, depois de estarem muitos anos sem se verem, encontraram-se por mero acaso. Depois dos cumprimentos da praxe, pergunta um para o outro: Então conta-me lá, como vai a tua vida? A minha vida vai de vento em popa, casei com uma mulher muito bonita, e tudo corre muito bem. Só não tenho ainda filhos. Então e tu. Olha cá vou andando, como sempre. Ainda continuas a ter a alcunha de atum? Sim continuo-o. Então e já casaste? Sim mas a minha mulher Foi-se embora e deixou-me os filhos. Ena pá! E então como é que se chamam os putos? Então é fácil de imaginar. Eu sou atum, e eles são atunsinhos. Atunsinhos? Sim. Então e como é que se chama a mãe deles? É assim eu sou atum, os meus filhos são atunsinhos, como é facil de imaginar, a minha mulher é a tua. A minha? Não! Então eu sou atum e a minha mulher é a… Alto não digas mais que eu já percebi. Eu já volto.  

 


publicado por Fisga às 09:00
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Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

PARTIDAS DO DESTINO IV

UMA QUESTÃO DE OPINIÃO

Em tempos idos havia muito menos vias, ferro e rodoviárias, do que hoje há. E na freguesia de Cambas conselho de Oleiros distrito de Castelo Branco, A única forma de atravessar o rio era: De Verão pelos chamados pontões, umas pontes improvisadas com umas tábuas, no Inverno não havia forma de segurar os pontões porque a corrente era muito forte, a única forma era de barco, uma barcaça de madeira feita lá pelo carpinteiro da terra. Cuja forma de locomoção era, remos quando o rio ia muito forte, Quando ia menos forte era  uma vara. A quilha do barco tinha que ser muito pequenina para que o barco não arrastasse no fundo do rio, logo o barco tinha pouca segurança, um balanço mais forte e o barco virava-se e lá iam os passageiros tomar um banho sem querer e os que não soubessem nadar corriam o risco de se afogarem. Significa isto que era necessário ter mais cautela e evitar os balanços. Um belo dia, aconteceu o pior. O rio muito cheio, um vento forte de norte e o barco completamente lotado, onde ia também o pároco da freguesia. Ao partir, o barqueiro avisou: Todos vocês sabem que é perigoso fazer balanços, por isso tenham muito cuidado. Há um rapazinho que por sinal nem sabia nadar que disse: Hoje não há azar, vai cá o senhor padre no barco. Esta piada gerou uma certa euforia, risadas e movimentos exagerados. Não tardou nada que o barco virasse e fossem todos parar à água, todo o mundo assustado e a gritar, e o rapazinho que não sabia nadar, agarrou-se ao padre e dizia muito assustado. O que é que eu faço Sr. Padre, acha que eu devo rezar? Ao que o padre respondeu: Podes rezar meu filho, mas tenta nadar, e o rapazinho respondeu: Mas eu não sei nadar. Mas tens que tentar mesmo sem saberes. Moral da história, duas ajuda valem mais do que só uma. E o ditado que diz: Vale mais quem Deus ajuda, Do que quem muito madruga, parece que não se aplica a quem não sabe nadar, Talvez porque não rima.  

 


publicado por Fisga às 09:00
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