Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

PARTIDAS DO DESTINO XII

 

 

                                                      ACONTECEU

A criança entra em casa dirige-se à cozinha onde estava a mãe, e muito esbaforida, grita. Mãe tenho fome, quero comer. A mãe sem dizer uma palavra, muito rapidamente pega numa faca e zás. Abre uma carcaça ao meio põe manteiga e diz: Toma filha, come que a mãe depois dá mais. Mãe é assim mesmo, é mãe e isso basta. Mas mãe também é esposa.

-A esposa entra em casa, e encontra o esposo, na cama, com outra, 25  anos, bonita, com tudo no sítio, bronzeada, cheia de amor para dar...

-Arma o maior escândalo, mas o marido interrompe-a e diz:

-Antes deverias ouvir como tudo isto aconteceu...Então conta

-Encontrei esta jovem na rua, maltrapilha, cansada e esfomeada, e então, com pena do estado em que ela se encontrava, trouxe-a para casa,

-Servi-lhe o jantar que tu não comeste ontem, e que eu depois, guardei no frigorífico, lembras-te?
-Ela estava descalça, então dei-lhe aquele par de sapatos que, como foi
a minha mãe que te ofereceu, tu nunca o usaste.

-Ela estava com sede, e eu servi-lhe aquele vinho que estava guardado...para aquele sábado que tu me prometeste, mas que nunca chegou... porque, ou te dói a cabeça, ou estás cansada mal disposta, ou tens muito que fazer.
-As calças dela estavam rasgadas, dei-lhe aquele par de jeans quase
novo...que ainda estava em perfeito estado, mas mas como fui eu que te ofereci, tu só usavas por favor.
-Como ela estava suja, aconselhei-a a tomar um banho...No final,
dei-lhe aquele perfume francês que eu te ofereci mas que  tu nunca usaste porque não era a tua marca favorita.

-Então quando já  estava saciada perguntou:
-Senhor, não tem mais nada que a sua esposa não use?
-Perante isto, eu Nem lhe respondi!!!!!!! Zás, Dei  logo!!!

Moral da história: O homem só trai se tiver mesmo motivos para tal, aqui

o motivo  foi porque quis dar a outra pessoa, tudo o que a esposa não usava.

 


publicado por Fisga às 09:00
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16 comentários:
De Emanuela a 1 de Agosto de 2008 às 13:46
Ah, não amigo. Inverteste esta história do casal aí de cima e sabes muito bem que homem não é assim não... Homem não precisa de motivos pra trair... basta a "vontade de caçar"...


De Fisga a 1 de Agosto de 2008 às 16:29
Será que eu tenho que pensar que não sou normal? Ou serei apenas uma excepção à regra? Bom como é por uma boa causa, qualquer uma das duas situações me agrada. Um beijo.


De Emanuela a 1 de Agosto de 2008 às 23:02
Bem, eu acredito que uns 20% dos homens é capaz de não trair pelo simples prazer de caçar... vai ver estás incluído entre eles.( ainda bem que não brigaste comigo...) Beijinhos


De Fisga a 3 de Agosto de 2008 às 11:39
Olá Emanuela amiga. Olha amiguinha, o dia em que eu brigar contigo, vai seguramente ser o nosso ultimo dia, Sabes porquê? porque eu primeiro antes de brigar contigo vou esgotar todas as formas de entendimento possíveis, e só no fim vou então soltar o cão. Mas quero que saibas também que não é assim por seres tu, não: é assim com tudo e com todos. O caminho para o entendimento através do diálogo é sempre o ultimo a abandonar. Esta é a minha pauta e a minha divisa. Um beijão.


De Maria João Brito de Sousa a 1 de Agosto de 2008 às 23:31
Olha, meu amigo, eu acredito que tanto o homem como a mulher, só traem quando têm bastantes motivos para isso. E esses motivos só são conhecidos pelo próprio casal... muitas vezes apenas pelo que comete a tal traição...
Abraço!


De Fisga a 3 de Agosto de 2008 às 11:00
Olá Poeta amiga. Olha é assim: isto aparece em jeito de anedota, e até por falta de inspiração para outra coisa mais interessante, mas a verdade é que se trata de um tema real e bem actual, mas o teu ponto de vista é também o meu, essa é a minha opinião, Até porque o ser humano é comodista por natureza, E por isso nunca se vai esforçar por uma coisa que já tem, em qualidade e quantidade, o problema, e isto agora é só o meu ponto de vista e só, porque eu nunca me julguei e espero não venha a acontecer, o dono do saber, nenhum de nós sabe tudo seja sobre que matéria for, (Eu tenho um provérbio que não é meu, sobre isso que é assim, Quem pensa que sabe tudo é feliz, não porque sabe, mas porque é estúpido. Se ele fosse meu terminaria assim, não porque sabe, mas porque pensa que sabe.) mas dizia eu, o problema é a falta de escola que as pessoas tem para segurar as pontas como dizem os Brasileiros, Quando elas tendem a fugir. É o amuo em vez do diálogo, é o agir de cabeça quente, é em suma a falta de amor, e honestidade, com letra grande, para com as outras pessoas, é o não se tentar entender os porquês, antes de agir. Eu tenho uma amiga, e parece-me que também é tua que é a emanuela , que não partilha a nossa opinião. Um abraço.


De Maria João Brito de Sousa a 4 de Agosto de 2008 às 09:52
Amigo, esse provérbio é mesmo excelente, mas penso que nunca visitei a Emanuela... só se foi durante aquela festa que me deixou a cabeça zonza...
Sabes, eu tenho duas doenças auto-imunes, que são mesmo muito mazinhas e provocam um tremendo cansaço, tanto uma como outra. As duas juntas são de matar "elefantes"! Como sou muito teimosa (assumo que sou) e a minha mãe morreu há três anos e me deixou de herança todos os animais dela que eu lhe prometi cuidar, quando ela estava a morrer, sei que ando esgotada. A minha vida material não é fácil sob nenhum ponto de vista e posso andar um pouco mais susceptível, mas não posso admitir que mintam a meu respeito, sobretudo num assunto que sempre foi ponto de honra para mim... como não sei ser dissimulada, prefiro nem falar mais no assunto. Penso que toda a vida me andei a prejudicar materialmente (com muita honra) em defesa dos pontos de vista em que acredito profundamente. Garanto-te que se fosse menos honesta teria uma vida material muitissimo melhor, porque não me têm faltado oportunidades de me "vender" e nunca o fiz. Acho que não conseguiria gostar nada de mim se o tivesse feito. Ninguém precisa de saber isto para ler a minha poesia, mas precisam de o aceitar para chegarem ao meu coração.
Um abraço e obrigada!


De Fisga a 4 de Agosto de 2008 às 20:41
Olha amiga. Em primeiro espero que amanhã me digas que te fez muito bem ires descansar um pouco. E em segundo quero dizer-te que estejas tranquila, que não estás sozinha nesse barco. Onde a dignidade humana pode valer milhões. E considera-te feliz por pertenceres ao grupo dos que acham que a dignidade humana, realmente não tem preço. Não é conversa apropriada para este espaço, Mas tenho pena, Um beijo e que o descanso tenha sido reparador.


De Maria João Brito de Sousa a 4 de Agosto de 2008 às 21:24
Olha, meu amigo, desde que me conheço que um dos valores que sempre considerei sem preço, foi mesmo a dignidade humana. Eu, os meus avós e os meus pais.
Quanto ao descanso, soube-me a pouco... foram duas horinhas de sono, mas, como estou com febre, continuo um bocadinho "preguiçosa"...
Um abraço!


De Fisga a 5 de Agosto de 2008 às 10:24
Olá amiga João. Mais importante que saber a pouco, é o bem que faz a uma pessoa que carece desse descanso, Por mim só te peço enquanto poderes, que arranjes tempo e força, para me dizeres (Olá fisga eu estou bem.) É quanto ma basta para eu estar descansado com a tua pessoa. Um beijo e um abraço de amigo.


De Maria João Brito de Sousa a 5 de Agosto de 2008 às 10:29
Está descansado, Fisga. Assim farei.
Abraço.


De Maria João Brito de Sousa a 2 de Agosto de 2008 às 13:15
Vejo que o teu blog não foi afectado pelo "estranho mistério do sitemeter". Olha, o meu também não!
Abraço!


De Fisga a 3 de Agosto de 2008 às 10:35
Olá Poeta Amiga: Felizmente que não: já que não o posso mandar ás ortigas, do mal o menos, mas confesso que não sabia dessa possibilidade de ele afectar os blogs ou outra coisa qualquer, ele de facto cai-me muitas vezes pela frente em especial quando estou a comentar. Um abraço.


De Maria João Brito de Sousa a 3 de Agosto de 2008 às 10:49
Penso que tem a ver com os tipos de contadores. O que desta vez produziu estragos foi o Sitemeter.
E também não fui afectada.
Abraço!


De Fisga a 3 de Agosto de 2008 às 11:30
Já vi que dei barraca. É que de quando em vez cai-me na frente uma página de publicidade sobre o sitemeter , e eu pensava que era desse tipo de publicidade que estavas a falar. Um abraço.



De Maria João Brito de Sousa a 4 de Agosto de 2008 às 09:22
Não deste "barraca" nenhuma! Isso também me acontece muito em alguns blogs!
Abraço!


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