EU FIFI
Arquejando e com os ossos das mãos estalando, ela baixou o seu corpo pesadão até junto de mim, e enfiou o seu dedo gigantesco dentro de uma tigela com leite quente, e me convenceu com muita gentileza a beber. Por vários dias, estive sobre a sombra do pesar, o terrível assassinato de minha mãe, apenas porque tinha uma belíssima vós. Por vários dias não tive direito ao belo calor do sol, nem senti o som daquela vós amada, que era a minha mãe. Passei fome e cede, contando só com as escapadelas da Albertine, que me ia levar o essencial para eu não morrer de fome, pois eu ainda era nova demais para sobreviver por minha conta. Os dias e semanas, foram-se passando, e a pouco e pouco, fui aprendendo a cuidar de mim, lavar-me e pentear-me, Mas a minha constituição física estava a ficar ameaçada. A propriedade era imensa, e muitas vezes eu andava por ali, afastando-me dos pés desastrados das pessoas que andavam a trabalhar na quinta. As árvores eram os meus lugares favoritos, subia a elas e procurava uns ramos onde me pudesse empoleirar ao sol. Certa manhã, acordei com anseios estranhos e indefinidos. Emiti um brado de indagação que, infelizmente foi ouvido por Mme. Diplomata. – Pierre! – Arranje um gato qualquer para ela
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